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Histórico dos Profetas e suas Profecias

  • 6/12/2018

LIVROS PROFÉTICOS

 

I - Introdução Geral

 

1 - Cenário Geral

 

(1) - Visão Geral da História de Israel

 

Períodos:

 

1 - Formativo - c. 1875 a c. 1660 (neste período viveu Abraão), vai até o momento em que Jacó e sua família entraram no Egito; é o período dos patriarcas.

 

Abraão viveu em Ur (cidade luxuosa, com muitos recursos, segundo descobertas arqueológicas).

 

 

 

2 - No Egito - c. 1660 a c. 1445 (215 anos).

 

A escravidão no Egito deve ter sido no mínimo de 80 anos.

 

 

 

3 - No Deserto - c. 1445 a c. 1405 (40 anos)

 

Passaram momentos muito difíceis.

 

 

 

4 - Da Conquista de Canaã - c. 1405 a c. 1350

 

Atravessando o Jordão, lutaram contra Jericó, Ai, etc.

 

Não conseguiram conquistar todas as terras.

 

 

 

5 - Período dos Juízes - c. 1350 a c. 1050 (300 anos)

 

Temos uns 12 juízes (Sansão, Gideão, Débora, Jefté, Samuel)

 

(Samuel foi Juiz, Profeta e Sacerdote)

 

- Juiz = libertador

 

- a atuação de alguns era simultânea.

 

* Ordem de acontecimento:

 

1) Idolatria

 

2) Opressão (principalmente pelos filisteus);

 

3) Arrependimento

 

4) Libertador (Juiz)

 

5) Paz

 

 

 

6 - Período da Monarquia - c. 1050 a 586 (vai desde a unção de Saul até a destruição de Jerusalém - Zedequias)

 

Divisões:

 

1 - Reino Unido - c. 1050 a 931 (120 anos)

 

- Havia somente um rei (cada um reinou 40 anos)

 

- Ocorreu o cisma de Israel

 

 

 

2 - Reino dividido - 931 a 722 (200 anos)

 

(1) Israel - 19 reis (em 200 anos) - incrédulos

 

Primeiro rei = Roboão

 

Último rei = Oséias

 

(2) Judá

 

 

 

3 - Reino remanescente - 722 a 586

 

As 10 tribos desapareceram, mas Judá permaneceu por mais uns 150 anos.

 

Judá em todo o período (uns 350 anos) teve 20 reis; destes 8 reis foram bons (Josias, Josafá, Ezequias, etc.).

 

7 - Período do Cativeiro - 605 a 536 (70 anos)

 

 

 

1a  invasão

 

 

 

2a invasão

 

 

 

3a  invasão

 

(nas três invasões houve cativeiro

 

 

 

 

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70 anos

 

 

 

605

 

 

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536

 

 

 

 

 

Daniel

 

Ezequiel

 

nesta invasão, tudo foi destruído

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

8 - Período da Restauração - 536...

 

A primeira coisa que fizeram foi erigir um altar;

 

* Os profetas escritores na sua maioria atuaram entre os períodos 6 a 8, ou seja, a partir da monarquia.

 

(2) A Cronologia dos Profetas

 

A datação dos profetas é feita geralmente através da data dos reis.

 

O cenário contemporâneo será estudado em cada profeta.

 

(3) Filosofia da História

 

Temos no livro Educação um capítulo em que Ellen G. White aborda este assunto; (pp. 173-183).

 

A história do mundo é dirigida por Deus; é o palco da ação divina.

 

Três aspectos sobre Deus

 

1 - Onisciência de Deus (Isa. 46:9, 10)

 

Ele vê tudo em todos os tempos

 

2 - Sabedoria - Ele é sábio

 

Usa o conhecimento da melhor maneira possível

 

3 - A Palavra de Deus

 

  1. a) Relata

 

  1. b) Explica

 

  1. c) Faz surgir a história (as profecias ...)

 

     Isa. 55:10, 11 - Relato da Palavra Profética

 

(4) Plano de Deus para Israel

 

1 - Uma nação superior

 

Preocupações de Deus para com Seu povo:

 

1 - Caráter Santo

 

Êxodo 31:13 - Deus é quem santifica Seu povo

 

Levítico 19:2 - “Santos sereis...”

 

Deut. 7:6 - “és povo santo... escolhido por Deus”.

 

Santo = separado (não perfeito)

 

(Um povo que pertencia a Deus)

 

2 - Saúde

 

As bênçãos da saúde (condicionais)

 

Êxodo 15:26 - “Se... nenhuma enfermidade virá...”

 

Deut. 7:14, 15 - “não haverá estéril...”

 

P.P., 395 - “não haveria fraquezas nem moléstias, se seguissem as orientações divinas...”.

 

Isaías 65:20 - bênçãos para aquele tempo = longevidade.

 

3 - Intelecto

 

Deut. 4:6 - “entendimento, sabedoria para o povo”

 

P.R., 368 - “seriam vanguarda em sabedoria e entendimento”

 

4 - Agropecuária

 

Havia leis para trabalhar na terra.

 

Deut. 28:2-6; 8, 11, 12 - bênçãos sobre as plantações, animais, alimentos depositados nos celeiros...”

 

“Novos Céus e Nova Terra para Israel”

 

Isa. 51:3 - “deserto como o Éden...”

 

Ezeq. 36:35 - “a terra desolada tornando-se como o Jardim do Éden...”

 

P.J., 289 - “a fertilidade e beleza da Terra seriam restauradas

 

Deut. 7:13 - bênçãos sobre a terra e animais

 

Malaq. 3:11 - “repreensão do devorador (gafanhotos).

 

 

 

5 - Artesanato (produtos manufaturados)

 

Êxodo 31:2-6

 

Êxodo 35:30-35 - “habilidade em todo artifício; desenhos; lapidação, sabedora par ensinar, bordar, obra de tecelão.

 

 

 

6 - Posição Geográfica Estratégica

 

Do mundo de então, aquele lugar era central

 

P.R., 70 - posição estratégica da terra

 

 

 

7 - Muita Prosperidade

 

Deut. 28:11-13 - “emprestarás a muitas nações; serás cabeça e não cauda...”

 

P.J., 288 - “Deus queria tornar Israel a maior nação da Terra”.

 

Deut. 26:19 - “exaltação sobre todas as nações”

 

   7:14 - “bendito sobre todos os povos”

 

  28:1  - “exaltados sobre as nações da Terra”

 

Malaq. 3:12 - “terra deleitosa”

 

P.P., 323 - “elevados sobre todas as outras nações”

 

P.P., 273 - “proeminência sobre as nações assim como o filho primogênito tinha em casa”.

 

O filho primogênito recebia maior herança; passava a ser o líder espiritual dos irmãos.

 

A Evangelização das Nações

 

Gên. 12:1-3 - “Em Abraão seriam benditas todas as famílias da Terra”;

 

Gên. 18:18 - “repetição da bênção”;

 

Gên. 22:18 - “novamente Deus repete a bênção”;

 

Gên. 26:4 - “mesma bênção para Isaque”;

 

Gên. 28:14 - “mesma bênção a Jacó”;

 

Isa. 56:6,7 - o Templo seria uma “Casa de Oração para todos os povos”;

 

P.J, 290 - “o reino de Israel poderia abarcar o mundo”;

 

Mesmo assim, haveria necessidade da vinda do Messias; de derramamento de sangue, mas num plano diferente do nosso.

 

Há diferenças entre os planos de Deus para Israel e para a Igreja (hoje)

 

  1. a) Para Israel - plano centrípeto

 

  1. b) Para Igreja - plano centrífugo

 

P.R., 703, 704 - “se Israel fosse fiel, todo o mundo aguardaria com esperança a volta do Messias...”

 

 

 

Período de Salomão

 

I Reis 4:29, 34 - a sabedoria de Salomão

 

I Reis 10:23, 24 - todos vinham para ouvir a Salomão

 

Lucas 11:31 - Jesus disse que a Rainha de Sabá foi evangelizada por Salomão.

 

- Infelizmente Salomão e a nação apostataram.

 

- “O espírito missionário foi substituído pelo espírito de comércio...” - (Ellen G. White), P.R., 71, 73.

 

- Pesados impostos eram cobrados

 

O Fracasso de Israel

 

Mat. 21:33-41, 43 - Parábola dos lavradores maus, temos a avaliação de Jesus do Antigo Testamento.

 

Causas do Fracasso

 

  1. a) Procuravam conservar as bênçãos para sí (os frutos da vinha; o egoísmo.

 

Mesmo após o exílio, não evangelizaram, temendo a idolatria.

 

 

 

  1. b) Rejeição do Filho de Deus;

 

- os lavradores: os judeus

 

- a vinha: o reino de Deus

 

- tropeçaram na pedra de tropeço: Jesus

 

O povo de Deus, ao invés de construir sobre a pedra, acabaram tropeçando;

 

- Rom. 9:30-33 - “o povo tropeçou na Pedra de Tropeço...”

 

- I Pedro 2:6-8 - para quem crê na pedra, é preciosa; para o descrente é de tropeço...”

 

Resultados do Fracasso

 

  1. a) O recebimento das maldições de Deut. 28

 

  1. b) A rejeição de Israel como povo escolhido - (Mat. 21:33-41, 43)

 

Israel não foi rejeitado quanto a salvação

 

Rom. 11:1, 2 - é possível a salvação, mas individual

 

  1. c) A escolha da Igreja para ocupar o seu lugar como povo escolhido/missionário.

 

Efés. 2:11-22 - dos dois povos (judeus e gentios) fez apenas um;

 

Deus tem um corpo - a igreja, tanto para judeus como para gentios

 

Rom. 10:12, 13 - não há mais diferença entre judeus e gentios

 

Rom. 9:23-26

 

Atos 10:34, 35 - Deus não faz acepção de pessoas

 

Gálatas 3:28, 29 - “Todos sois um em Cristo Jesus...”

 

Hoje o povo judeu não é mais um povo escolhido de Deus...

 

A missão da Igreja:

 

Mat. 28:19, 20

 

II Cor. 5:18-20

 

I Ped. 2:9,10

 

Missão dos Profetas - I

 

(1) Títulos

 

Além de serem chamados de profetas, também recebiam outros títulos:

 

1 - Videntes - viam o que ninguém mais via

 

II Reis 6:8-23

 

Percebiam o significado dos acontecimentos

 

Ex.: o caso do rei Ezequias (o sol voltando 10 graus)

 

I Sam. 9:9 - “profeta” = vidente

 

2 - Homens de Deus

 

Deut. 33:1

 

I Sam. 2:27

 

I Reis 17:18

 

3 - Servos de Deus

 

Josué 1:1, 2

 

II Reis 17:13, 23

 

Esdras 9:11

 

Jeremias 7:25

 

 

 

(2) Atividades

 

Ser profetas é possuir a faculdade de receber uma revelação especial de Deus e de comunicar aos homens , quer falando, quer escrevendo.

 

Nabhti - aquele que fala por outro (porta-voz);

 

A obra de um profeta não está relacionada a anunciar o futuro, mas sim, relaciona-se com o passado, presente e futuro.

 

Ex.: Ezequiel em visão foi transportado até Babilônia onde viu o povo de Deus envolvido em idolatrias.

 

Houve profetas que não fizeram profecias para um futuro distante.

 

Ex.: Elias - profecia sobre a chuva

 

Eliseu; João Batista...

 

O termo profeta é muito amplo e abrangente;

 

Alguns profetizaram apenas em tempos especiais e tempos curtos; Ex.: João Batista - apenas 1 ano; Ageu 4 meses. Outros profetizaram durante 50, 60 anos.

 

Ex.: Jeremias, Isaías

 

Alguns escreveram, outros não

 

Alguns foram levantados por Deus em períodos de grandes crises.

 

Ex.: Elias, Oséias e Jeremias

 

Alguns escreveram para um futuro bem distante.

 

Ex.: Elias

 

Educação, 45, 46 - o termo profeta é usado para dois tipos de pessoas:

 

  1. a) Pessoas inspiradas por Deus

 

  1. b) Pessoas chamadas (não inspiradas) para ensinar o povo.

 

Temos mulheres como profetizas:

 

Exo. 15:20 - Míriam

 

Juíz. 4:4 - Débora

 

II Re. 20:2, 14 - Hulda

 

Luc. 2:36 - Ana

 

Atos 21:9 - As filhas de Felipe

 

O profeta não se oferecia ao ofício, era chamado por Deus

 

Havia profetas que não queriam aceitar o ofício

 

Exô. 3, 4 - Moisés

 

Jer. 1:4-11

 

 

 

 

 

Os profetas não podiam alterar sua mensagem.

 

Ex. Núm. 24:13 - Balaão

 

II Crôn. 18:12, 13 - Micaías

 

 

 

Missão dos Profetas - II

 

(1) Deus usou Seus profetas em diversas atividades

 

1 - Obra Educacional

 

Fundaram e incentivaram a escola dos profetas

 

2 - Obra de Saúde

 

Trouxeram cura às pessoas.

 

Ex.: Naamã (Eliseu), rei Ezequias (Isaías), morte na panela (Elias)

 

3 - Obra de repreender os pecados

 

Ex. Natã - Davi

 

4 - Obra de repreender os líderes por má condução do povo de Deus

 

Ex.: Samuel - Saul; Elias - Acabe

 

5 - Produzir reformas entre o povo de Deus

 

Ex.: Isaías e Miquéias - rei Ezequias

 

Elias, no Carmelo - rei Acabe

 

6 - Salvar Seu povo em momentos de crise

 

No reinado de Josafá - ataque dos edomitas, moabitas, amonitas.

 

Oração, jejum, reunião solene - dom de profecia a Jaaziel, levita -

 

II Cro. 20.

 

7 - Para escreverem as mensagens de Deus para Seu povo

 

8 - Para instruir sobre as grandes verdades a respeito de Deus e do homem

 

Ex.: Isaías

 

9 - Consolar e exortar os que confiavam e obedeciam a Deus

 

10 - Para a previsão de eventos vindouros

 

(2) Profecias Condicionais - SDABC, IV.

 

Duas escolas:

 

Futuristas - dispensacionalista (Israel literal)

 

Modernista - As que se cumpriram é que foram escritas após ou na época do evento.

 

  - As que não se cumpriram é porque eram só esperanças dos profetas.

 

Jer. 18:7-10 - Modo de Deus agir

 

Ezeq. 33:11-19 - condicionalidade da Palavra de Deus

 

Deut. 28:1-68 - “se” - condicional

 

Deut. 30:15-20 - os dois caminho.

 

Deus é claro. Oferece dois caminhos e sugere o melhor. Somos livres para escolher.

 

Centenas de promessas não se cumpriram para Israel porque se desviaram do caminho de Deus.

 

 

 

(3) Sensus plenior - duplo ministério

 

Sensus - maios ou menos senso, sentido superior - freqüente nos profetas - fundamental entender.

 

Interpretação Reinterpretação

 

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Profeta Sua época Outra época

 

(visão) (aplicação primária) (aplicação secundária)

 

 

 

Quando o Espírito Santo dá uma mensagem para a época e deseja que tenha uma aplicação para uma época bem posterior, então este texto tem sentido superior - “sensus plenior”.

 

Podemos ter certeza só quando um escritor inspirado posterior utilizou. Exemplo: Isaías 7:14; Mateus 1:23.

 

Quando o Espírito Santo inspirou Isaías, tinha em mente o episódio de Mateus.

 

 

 

(4) Pontos de destaque nas profecias:

 

 

 

Se analisarmos as profecias do Antigo Testamento, vamos verificar que estão concentrados em 4 pontos principais:

 

1 - Dias do Profeta

 

Prega primeiramente para seus dias, poucas exceções.

 

2 - Cativeiro e Restauração

 

Ex.: Isaías - porção expressiva do livro.

 

Quando iriam, como seria lá, a restauração, etc.

 

3 - Messias

 

Nem todos falam de Cristo

 

Ex.: Isaías - “profeta evangélico”

 

As que falam enfocam: Sua humilhação

 

     Sua glória

 

4 - Recompensa final dos justos e punição final dos ímpios

 

Devido ao “sensus plenior” muitas se enquadram em dois destes grupos.

 

 

 

(5) Interpretação, Reinterpretação e Aplicação nos escritos de Ellen G. White

 

 

 

Interpretação  

 

Exegese do texto.

 

Sentido literal para a época

 

 

 

 

 

Reinterpretação

 

Dar um novo significado.

 

Tem a ver com o “sensus plenior”.

 

Só pode ser feito por um autor inspirado.

 

Pega um texto, tira do contexto (a exegese não pode fazer isto) e dá-lhe “novo” significado (Já estava na mente do Espírito Santo).

 

Ex.: O que Mateus fez com Isaías 7:14.

 

 

 

Aplicação

 

Tirar lições espirituais do texto.

 

Ellen G. White, nem sempre é palavra final quanto a um texto, pois muitas vezes está somente fazendo aplicação.

 

Por outro lado, há muitos textos em que ela faz a exegese.

 

Quando ela faz só a aplicação, então o texto não é esgotado em seu sentido.

 

Nenhum profeta nunca declarou saber tudo sobre todas as coisas.

 

 

 

II - Estudo dos Escritos Proféticos

 

01 - Jonas

 

Nome - Pomba

 

- II Reis 14:25 - foi profeta para as 10 tribos.

 

- Jeroboão II; cerca 790 a.C.

 

Contemporâneos.

 

Era de Gate-Efer, região da Galiléia, em Nazaré.

 

Jesus acreditava na história de Jonas.

 

- Mat. 12:39-41

 

- Mat. 16:4

 

- Luc. 11:29-32

 

Grande livro missionário do Antigo Testamento

 

Mensagem Central amor de Deus a todo o mundo.

 

Contrário à idéia (crença) dos israelitas que criam que Deus só amava a eles.

 

Não contem o nome de Israel.

 

Porque este livro está na Bíblia, se não tem nada para Israel? Que proveito teria para eles?

 

O escritor (não se sabe se foi o próprio Jonas), pode não ter colocado o nome de propósito.

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1 - Jonas, filho de Amitai

 

- Profeta para as 10 tribos

 

  1. 2 - Nínive, capital do Império Sírio, que dominava o mundo da época.

 

- Este estava localizado ao redor do Mar Mediterrâneo.

 

- Nínive, margem oriental do rio Tigre

 

- Era grande para a época: 12 Km. de circunferência.

 

  1. 3 - Jope; Pedro (Atos) foi a Jope, onde teve a visão do lençol.

 

- Jonas, único livro missionário do Antigo Testamento.

 

  1. 5 - Cada marinheiro clamava ao seu deus

 

- Os antigos criam que cada deus dominava uma esfera.

 

- Ex. Um o mar, outro a vegetação, outro o sol, outro os animais, etc.

 

  1. 15 - O que Jonas falou no V. 12 (p.p.) ocorreu exatamente.

 

- Ao cair no mar, houve bonança

 

  1. 16 - Ao virem que tudo ocorreu como Jonas dissera e que Deus era o Deus do mar (V. 9), temeram e ofereceram sacrifício e fizeram votos.

 

- Deus usou a fuga de Jonas como um propósito missionário.   - Houve temor (V. 10) e conversão (V. 16).

 

 

 

 

 

  1. 17 - 3 dias - expressão (não 3 x 24)

 

- Mat. 27:63, 64

 

- Est. 4:16 e 5:1

 

- Os dois textos acima usam este tipo de figura de linguagem

 

- I.J., 1987, p. 228 - Homem no estômago da baleia.

 

 

 

Capítulo 2

 

Nesta oração, Jonas já agradece pelo liberamento.

 

Ele tem certeza de que Deus o salvaria.

 

 

 

Capítulo 3

 

  1. 1 - Deus insistiu em usá-lo

 

 - Como Sansão, que morreu como um salvo. Sua força física era um dom do Espírito Santo (sempre fazia algo sobrenatural, diz “... e veio o Espírito do Senhor sobre ele...”). Este dom não é listado no Novo Testamento.

 

- Deus usou novamente Sansão, mesmo com seu período de revolta. Assim também com Jonas.

 

- Como Pedro também. Negou 3 vezes, depois o confessou 3 vezes.

 

- Deus usou a Pedro apesar de sua fraqueza e queda.

 

- Como João Marcos.

 

- Deus sempre dá mais que uma chance.

 

- Amém! Usa até nossas cabeçadas!!

 

  1. 3 - Três dias para andar de rua em rua

 

  1. 4 - “Subvertida” mesma palavra em relação a Sodoma e Gomorra

 

 - Gên. 19:25

 

  1. 5 - “Creram em Deus...” - a maior nação da época.

 

 - Manifestaram arrependimento

 

 - Jonas não pregou amor, misericórdia,... pregou destruição.

 

 - A essência não era arrependimento.

 

- Em nossa pregação atual, temos que enfatizar salvação e juízo também. Com jeito e com equilíbrio.

 

  1. 10 - Arrependimento:

 

- de pensamento (mente) - para salvação

 

- de sentimento (remorso) - com medo das conseqüências.

 

- Núm. 23:19:

 

- Deus não muda Sua mente. Suas idéias, são sempre as mesmas.

 

- Deus Se entristece e volta atrás conforme o procedimento dos homens.

 

- Deus Se alegrou com a resposta dos ninivitas.

 

 

 

Capítulo 4

 

Divisão Artificial

 

  1. 1 - Jonas, como evangelista, teve mais sucesso com seus conversos que o próprio Jesus.

 

- Jonas, como todo judeu, sentiu ciúmes do amor e interesse de Deus por outro povo, no caso, os ninivitas

 

  1. 2 - Desculpa sua fuga.

 

- Preocupado com sua reputação, mais que com a salvação dos ninivitas.

 

  1. 3 - No peixe pede a vida; agora pede a morte.

 

  1. 4 - Jonas é inquirido pelo Senhor

 

  1. 5 - Foi esperar se o mal viria mesmo. Gostaria que viesse, que sua palavra se cumprisse, tinha esperança.

 

- Deus contrasta Seu amor e misericórdia pelos perdidos com a dureza de coração e o amor pelo conforto pessoal do profeta.

 

  1. 11 - 120 mil pessoas. Duas idéias:

 

- a) 120 mil - número de habitantes total da cidade

 

- b) 120 mil - número de crianças, isto é, aqueles que não tinham discernimento entre o bem e o mal. O total seria 600 mil. Esta idéia é a mais aceita.

 

 

 

Esboço

 

Cap. I - Jonas correndo de Deus (fuga)

 

Cap. II - Jonas correndo para Deus (oração)

 

Cap. III - Jonas correndo com Deus (pregação)

 

Cap. IV - Jonas correndo adiante de Deus.

 

 

 

Características de Jonas

 

Nacionalista

 

Franco

 

Corajoso

 

Profundo conhecedor das Escrituras (na oração cita salmos.)

 

Homem de oração

 

Iracundo, sem compaixão, egoísta

 

- Este é o único caso de um profeta que se recusou a cumprir sua missão;

 

- O único que conseguiu de toda uma cidade a conversão;

 

- O único enviado aos pagãos

 

 

 

 

 

 

 

Paradoxos de Jonas

 

 

 

Um profeta de Deus -

 

Um fugitivo de Deus

 

 

 

Um homem afogado -

 

todavia, vivo

 

 

 

Um homem arrependido

 

não obstante, se queixa do   arrependimento

 

 

 

Um homem que está a beira da morte e pede a vida-

 

Quando tudo está bem, pede a morte

 

 

 

 

 

Objetivo - Repreender Israel. Como?

 

1 - Um povo pagão se arrependeu com a primeira pregação de um estrangeiro. Mas Israel, o povo de Deus, não se arrependia mesmo quando advertido por vários profetas, em todas as épocas. Lição a Israel por contraste.

 

Jonas, Tipo de Israel

 

Capítulo I

 

1 - Escolhido por Deus para uma missão

 

2 - Foi desobediente

 

3 - Encontrou-se com homens de várias nações (Israel - cativeiro; Jonas - navio). Assim os pagãos conheceram a Deus.

 

4 - Foi protegido por Deus

 

 

 

Capítulo II

 

1 - Receou haver chegado seu fim (peixe/cativeiro)

 

2 - Clamou ao Senhor (peixe/cativeiro)

 

3 - Foi liberto por Deus (peixe/cativeiro)

 

 

 

Capítulo III

 

1 - Depois de liberto, foi recomissionado para Deus

 

2 - A missão teria sucesso, pois os pagão se converteriam. Ocorreu com Jonas; não com Israel como deveria, devido ao seu procedimento.

 

 

 

02 - Amós (767-753 a.C.)

 

Nome - uma carga

 

Ênfase - Justiça de Deus

 

O distrito de Amós: Betel, ao Sul de Israel

 

 

 

Esboço:

 

  1. Profecia de Juízo contra diversas nações - 1 e 2

 

  1. Profecias de Juízo e apelo a Israel - 3 a 6

 

III. Visões de Juízo contra Israel - 7:1 a 9:10

 

  1. Profecia da Restauração de Israel - 9:11-15

 

 

 

  1. 1 - Tecoa (19 Km. a sudeste de Jerusalém; 920 m. de altitude), cidade no alto de uma colina. Devido a isto, daí se comunicava a outras cidades a aproximação de algum inimigo.

 

- Amós - sulista; era pastor. Recebeu visões de Israel (norte)

 

- Época de Uzias em Judá e Jeroboão II, em Israel

 

  1. 2 - Linguagem de Pastor (de ovelhas)

 

 - “O Senhor rugirá...” = como um leão em redor do apóstata Israel.

 

 - Carmelo = lugar mais úmido de Israel

 

 - Secar = alta calamidade que virá

 

 

 

Expressões Repetida

 

* “Por três transgressões e por quatro” (jeito de hebreu falar)

 

Idéia: A destruição não virá Por um ou dois pecados somente

 

* Fogo

 

* Palácios

 

* “Não tirarei o castigo”.

 

É comum nos profetas tomar a parte para todo

 

Efraim = Israel

 

Gaza = Filisteus

 

Damasco (capital da Síria) = Síria

 

  1. 3-5 - Profecia contra Damasco (Síria)

 

  1. 6-8 - Profecia contra Gaza (Filisteus)

 

 

 

Cidades dos Filisteus: (mais importantes)

 

Gaza

 

Gate

 

Asdode

 

Ascalom

 

Ecrom

 

Cidades da Fenícia: (mais importantes)

 

Tiro

 

Sidom

 

Capítulo 1 e 2 - Profecias contra:

 

Povos sem luz, pagãos:

 

Síria

 

Filístia

 

Fenícia

 

Edom

 

Amom

 

Moabe

 

Povos do Senhor:

 

Judá

 

Israel

 

  1. 9 e 10 - Profecia contra Tiro (Fenícios)

 

  1. 11 - Profecia contra Edom

 

- “Porque...” (razão da profecia)

 

  1. 12 - Temã e Bozra

 

- Duas cidades muito importantes dos Edomitas

 

  1. 13 - Amom. Lado este ou leste

 

- Amonitas eram vizinhos de Israel e certa vez resolveram alargar seu território sendo muito cruéis.

 

 

 

Povos Fortes do Antigo Testamento

 

Assírios - Israel (722)

 

Babilônios - Judá (586)

 

Atacavam pelo norte apesar de não estarem ao norte de Israel (ver mapa). Havia um deserto e o acesso era só pelo norte.

 

Quando vinham, os outros povos em volta acabavam sendo seu alvo também. Não vinham especialmente para atacar só Israel e Judá.

 

Capítulo 2 - Divisão Artificial

 

Incorreta neste caso, pois o assunto continua.

 

Amós começa lá por fora para chegar a Israel, a quem está pregando. “Se os pagãos (sem Deus) serão destruídos deste jeito, imagine vocês, conhecedores de Deus?”

 

As nações são punidas pelos pecados cometidos contra as leis da natureza, da consciência e do sentimento natural. Mas Israel por pecarem contra a vontade revelada de Deus.

 

Rom. 2:12, 14, 15.

 

  1. 4 - Contra Judá

 

  1. 6 - Começa Israel

 

- Pecado da injustiça social. Muito condenado pelos profetas

 

- Opressão dos ricos para com os pobres.

 

  1. 7 - Pecado da luxúria. De natureza sexual.

 

  1. 8 - Injustiça social. “Roupas empenhadas” - não estavam devolvendo no pôr-do-sol, conforme a lei.

 

- Idolatria.

 

 

 

  1. 9-11 - As misericórdias de Deus relembradas

 

1 - Destruiu o amorreu (os gigantes de Canaã)

 

2 - Êxodo. Pragas, travessia do Mar Vermelho, ...

 

3 - O ministérios do profetas

 

 

 

4 - Nazireus (Núm. 6)

 

    - Eram exemplos ao povo.

 

  1. 12 - Persuadiram as pessoas a deixar ou anular seu voto a Deus (nazireus) e anão profetizarem (profetas). Desprezo para com as misericórdias de Deus. Pecado.

 

  1. 13 - “Oscilar” (R.A) - “apertar” (contemporânea)

 

  1. 14 - Quando Deus “apertar” nada valerá.

 

 

 

Capítulo 3

 

Preocupação pelas 10 tribos. Capital: Samaria

 

  1. 2 - “escolhi”; “conheci”.

 

- Grande privilégio. Implica responsabilidade

 

  1. 3-6 - Série de perguntas com a mesma idéia

 

- Não pode haver harmonia entre Deus e Seu povo e este será punido

 

- Não há como conviver

 

  1. 4 - Leão com em 1:2 - “rugirá”

 

  1. 6 - “mal” = calamidade, destruição

 

- O povo não quer acordo, a conseqüência é o mal.

 

  1. 7 - Um dos mais conhecidos

 

- O profeta é o revelador dos segredos de Deus. Segredo - a quem Deus contou:

 

Ex. Dilúvio (Noé)

 

Sodoma (Abraão)

 

Jerusalém (A.T. - muitos Jeremias; N.T. - Jesus)

 

  1. 8 - Volta o leão

 

- Paralelismo - Leão = Senhor

 

  1. 9 - Asdode, uma das cidades dos filisteus

 

  1. 10 - Causa. Não sabiam mais fazer  que é reto.

 

- Criminosos, os ricos e poderosos

 

  1. 11 - Tudo se cumpriu com os assírios.

 

  1. 12 - Destruição quase, mas não total

 

- Um “pedacinho” será poupado para o Senhor

 

  1. 13-15 - Sob Jeroboão II houve muita prosperidade; muitos ricos

 

 

 

Capítulo 4

 

  1. 1 - “vacas de Basã”

 

- Basã - terra fértil, ótimo pasto, gado gordo, belo.

 

- Vacas - mulheres ricas da capital (Samaria)

 

- Pressionavam os maridos para fazer o mal.

 

  1. 2 - “com anzóis” - II Crôn. 33:11 - “ganchos no nariz”

 

- Anzóis - jeito dos assírios tratarem os conquistados. Seria literal.

 

  1. 4, 5 - Ordem irônica do profeta

 

- Regalem-se no mal que gostam e apreciam

 

- Em Betel o culto era parecido com Jerusalém (sacrifícios, ofertas)

 

- Oséias 8:11

 

- Muitos altares

 

  1. 6-11 - Deus fala de vários castigos dados a Israel para tentar corrigi-los. Deus os permitiu. Objetivo do castigo: tirar do mal caminho

 

- Fome

 

- Seca (não caiu a chuva serôdia - sem colheita)

 

- Pragas (crestamento, ferrugem; gafanhotos)

 

- Pestilência, como no Egito

 

- Guerra e seus resultados

 

- Subversão - embora não haja registro, deve ter havido algum incêndio parcial

 

  1. 12 - Encontro de castigo, de juízo

 

- Castigo não corretivo, mas punitivo

 

  1. 13 - Quem é que virá para encontrar Israel

 

Capítulo 5

 

 

Capítulo 5

 

 

 

 

 

  1. 1 - Continua a Israel

 

  1. 2 - Nunca se levantou, pois os assírios vieram e praticaram um genocídio (conforme alguns autores) em Israel. Destruição completa. Um e outro que ficou disperso, depois se juntou aos judeus (de Judá) e se tornaram o povo judeu.

 

  1. 7 - A justiça de Israel era amarga como a “losna” (chá).

 

  1. 9 - Criação, poder

 

  1. 10 - As cidades maiores eram no alto da colina e muradas. As vilinhas não eram muradas.

 

- Porta. A cidade poderia ter várias, mas uma era mais importantes. Junto a ela, tinha uma praça. Aí era feito as maiores transações comerciais, causas, julgamentos, etc.

 

- Opressão aos pobres que buscavam a justiça à porta.

 

  1. 11 - O que conseguiram fruto da exploração e injustiça não será aproveitado. Os assírios tudo tomarão.

 

- Criam que o mal não lhes aconteceria, pois eram o povo de Deus. Mesto estando em todos estes pecados.

 

  1. 20 - Dia do Senhor, dia de juízo.

 

- Cheios de pecado, como queriam encontrar com o Senhor? Sem esperança.

 

  1. 19 - Figuras que mostram o que seria encontrar com Deus, despreparado.

 

  1. 21 - Lembrar: Santuário em Betel, imitando o de Jerusalém, onde Jeroboão I tinha colocado um bezerro não par ser adorado como um outro deus, mas para representar o verdadeiro Jeová (Quebra do segundo mandamento).

 

  1. 22 - Por mais que os ritos fossem iguais aos praticados em Jerusalém Deus não os poderia aceitar.

 

- Não era que o rito ou a música (V. 23) fossem errados, mas o motivo.

 

 

 

 

 

 

 

  1. 26 - “levastes Sicute...”

 

- Sicute, deus da guerra assírio, identificado com planeta Saturno. Antes dos assírios virem seus deuses, já estavam ali em Israel. Antes de Israel ir para o cativeiro, seu coração já estava lá em seus ídolos.

 

- Deus os deixou seguir seu coração.

 

- Como a mulher de Ló, estava fora de Sodoma fisicamente, mas com o coração e os interesses dentro.

 

- Israel estava num sincretismo religioso.

 

  1. 27 - Damasco = Assíria

 

 

 

Capítulo 7

 

  1. 4 - Provavelmente, seca

 

  1. 7 - Idéia de construção, normalmente.

 

- Porém, no caso, tem a ver com destruição.

 

- Outros exemplos:

 

- Isaías 28:17; 34:11 - “prumo de ruína; destruição

 

- Lamentações 3:8

 

  1. 8 - Idéia de certeza do juízo vindouro ao povo (= muro)

 

- Passará uma vez só por ele e será suficiente

 

  1. 9  - Juízo especial contra a casa do rei Jeroboão, filho de Joás.

 

- II Reis. 15:8-10 - cumprimento sobre Zacarias, filho de Jeroboão, filho de Nebae.

 

  1. 12 - Depois de ter “fofocado” sobre Amós ao rei, Amazias chama Amós e manda-o embora - Cap. 2:12

 

  1. 14 - No hebraico, não há verbo neste verso. Neste caso, deve ser subentendido verbo ser.

 

- Para não entrar em contradição com o V. 15, deve-se adotar o tempo pretérito: “era”

 

- “sicômoros” = figueira brava (comida de pobre)

 

  1. 16 - “terra imunda” = cativeiro

 

- Amazias queria impedir o juízo e este chegou para mais perto dele.

 

 

 

Capítulo 8

 

  1. 1-3 - Quarta visão - proximidade do juízo.

 

- Israel como figo maduro, estava pronto para o juízo.

 

- “Silêncio”, “cala-te” - idéia de juízo.

 

  1. 4... - Série de pecados de Israel (repete-os)

 

- Pura desonestidade - medida, peso, balança

 

- A pobreza era tanta, que se vendiam e o ricos enriqueciam com a exploração

 

  1. 9  - Primariamente tem a ver com a invasão dos assírios; não com a volta de Jesus

 

  1. 10 - Amargura tão grande como de um casal que perde o filho único.

 

Nota: Israel (10 tribos) - Assíria - 722 a.C. (Norte)

 

    Judá (02 tribos) - Babilônia - 586 a.C. (Sul)

 

  1. 11 - Não só a Bíblia. Palavras dos profetas, dos homens de Deus na época. Especialmente falada; nenhum profeta tinha sido escritor ainda. Talvez Amós seja o primeiro a escrever.

 

- E. G. White, Aplica o fechamento da porta da graça.

 

  1. 12 - Quem quando pode não quer, quando quiser não poderá

 

- I Sam. 28:6

 

  1. 13 - Lembra a parábola das 10 virgens (V. 11-13)

 

 

 

Capítulo 9

 

  1. 1  - Quinta visão

 

- Jeroboão I tivera seu altar destruído por ordem de um profeta 0\- I Reis 12:31-13:34.

 

- Agora, em visão, acontece algo semelhante com Jeroboão.

 

- “capitéis”- parte superior das duas colunas de um Templotemplo, parecido com o de Salomão.

 

  1. 2-4 - Amós está salientando a onipresença de Deus. Sal. 139

 

- Israel por seus pecados e sua rejeição dos profetas

 

  1. 5, 6 - Destaca a Onipotência de Deus.

 

  1. 7  - “etíopes” - pagãos

 

- “caftor” - Creta ou Capadócia.

 

- O povo de Israel lembrava bem do Êxodo.

 

- Achavam-se favorecidos porque Deus os direcionou num Êxodo. Mas o Senhor agora fala que promoveu “êxodos” junto a outros povos também. Israel não poderia se vangloriar e se prevalecer disso.

 

  1. 8  - Deus queria que fossem nação santa.

 

- (Êxo. 19:6). Agora, após anos de apostasia, eram um “povo pecador”

 

- Ficara um remanescente

 

  1. 9  - “sacudir” - jogar de um lado para outro;

 

- dispersão universal

 

- viria os assírios; viria o tempo difícil. Mas o grão (povo fiel) não seria jogado fora

 

- Sensus plenior - sacudidura (E.G.W.)

 

  1. 10 - Criam que escapariam

 

- Eram o povo de Deus

 

V.11-15 - Amós é o profeta da justiça, do juízo. Porém, seu livro caba com otimismo.

 

- A casa real seria reerguida e controlaria, um dia, todo o reino.

 

- Nos profetas, encontra-se muito a palavra “Davi”, é um termo Messiânico; se refere a Jesus.

 

- “levantarei”; “repararei”; “restaurá-lo-ei”., palavras positivas.

 

  1. 13 - Idéia de prosperidade; fartura

 

  1. 14 - Promessa de Deus. riam ao exílio, mas voltariam.

 

  1. 15 - Como Deus queria realizar Seu desígnio para com o povo! Como Ele foi perseverante nisto!

 

- Encerra com promessas de prosperidade quando, mais tarde, voltassem para Deus.

 

- Não se cumpriu. Até 1948 não tinham nem mais terra.

 

 

 

03 - Oséias (755-725 a.C.)

 

Nome - salvação

 

 

 

Esboço

 

I - O amor de Oséias para com Gômer (cap. 1-3)

 

II - O amor de Deus para com Israel (cap. 1-14)

 

É uma história real, literal; embora alguns defendam que seja uma parábola ou uma visão

 

Palavra chave: volta (15 vezes)

 

Outra muito usada: conhecimento

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1  - Data seu ministério pelo reinado de vários reis de Judá (mais importante, de lá viria o Messias) e do rei Jeroboão em Israel. Contemporâneo de Amós.

 

- reis principais: Uzias e Jeroboão

 

- Uzias: II Reis 15:1-7; II Crôn. 26:1-23

 

- Jeroboão: II Reis 14:23-29.

 

- 41 anos; um dos que mais reinou, fez como Jeroboão I.

 

- Época de prosperidade, de conquista (até Damasco, capital Assíria). Desde Salomão é a época de maior poderio.

 

 

 

 

 

  1. 2 - “Vai, toma uma mulher...”

 

1 - Ela já era uma prostitua

 

2 - Pertencia a alguma família de tradição prostituta

 

3 - Sua conduta é apresentada por antecipação.

 

   - L.E.S. - 30.03.88 (professor)

 

   - O caso dele com Gômer era representação do que o povo fazia com Deus.

 

  1. 3,4 - “Jezreel” - foi provavelmente filho de Oséias mesmo. Nada indica que seja ilegítimo.

 

 

 

Exemplos de Ordens “estranhas” de Deus:

 

1 - Não matarás - no Sinai

 

No deserto mesmo por muitas vezes Ele mandou matar todos, sem poupar nenhum.

 

2 - No deserto mesmo deu o segundo mandamento.

 

Porém. Ele mandou fazer dois querubins, a serpente, ...

 

3 - Deus nunca pediu sacrifício humano.

 

No entanto, pediu que Abraão sacrificasse Isaque.

 

 

 

Oséias foi o último profeta para Israel, e Deus revolveu usar mais que palavras, mas um drama ao vivo.

 

O nome de cada criança teria uma lição para o povo.

 

Jezreel = Deus espalhou/semeou

 

Deus estava dizendo que espalharia o povo.

 

O semeador de trigo levantava a aba do vestido e colocava as sementes e ia andando e as jogando.

 

Ficava a 98 km. ao norte de Jerusalém. Acabe tivera um palácio no local e ali Nebote fora assassinado. Foi feito uma profecia contra a casa de Acabe e Jeú a executou, todavia com a motivação errada: vaidade e ambição. Além disso, Jeú, muito cruel, praticou covardemente vários assassinatos - I Re. 21 e II Re. 9.

 

Deus também está dizendo que vingaria o sangue de Jezreel, assassinado por conspiração de Jezabel, mulher de Acabe.

 

O rei Jeroboão II, que governava nos dias do profeta Oséias, era bisneto de Jeú. Seu filho Zacarias mais tarde foi assassinado - II Re. 15:8-10.

 

Deus deu a missão a Jeú, porém ele foi muito cruel e agora Deus puniria sua casa. Não poderia aceitar seu serviço.

 

  1. 5  - Cumpriu em 722 a.C., quando Salmanezer V, rei da Assíria. O povo de Israel foi destruído e dizimado.

 

 

 

Nome do filho

 

Significados

 

Lição (Contemporânea)

 

 

 

 

 

  1. Jezreel

 

Deus semeou

 

Deus espalharia Seu povo

 

 

 

  1. Lo-Ruama

 

    Não favorecida (amada)

 

   Deus não favoreceria mais Israel

 

 

 

 

 

  1. Lo-Ami

 

Não meu povo

 

Não meu povo

 

       A rejeição de Israel (10 tribos)

 

 

 

 

 

 

 

Lição para o futuro:

 

  1. Deus plantando Seu povo (V. 10, 11)

 

  1. Deus voltaria a amar Israel (2:1) - Ruama - favor

 

  1. Deus voltaria a recebê-los como Seu povo (2:1) - Ami - Meu povo.

 

    Oséias desconfiava que a filha não era dele, e por isto a olhava com certo desfavor. - V. 9:15; 13:14

 

  1. 7 - Judá ainda estava de bem com Deus; ainda era fiel. Cumpriu quando Senaqueribe, da Assíria, em 701, veio contra Judá e o rei e Isaías, o profeta, buscaram o Senhor. Ele mandou um anjo que destruiu 185 mil numa noite.

 

  1. 8,9 - Lo-Ami (Lo: não; Ami: Meu povo)

 

- Oséias tinha certeza que não era dele este filho

 

  1. 10,11 - Profecia para o futuro.

 

 

 

Capítulo 2

 

 

 

Divisão Artificial

 

  1. 1 - No último verso do capítulo 1 e no primeiro do capítulo 2, há um trocadilho com os nomes.

 

Jer. 31:10; Eze. 37:15-25.

 

Referente à primeira parte do verso 11, quando Israel se junta a Judá na volta do cativeiro.

 

  1. 2 - A mulher, por seu procedimento, quebrou a aliança

 

  1. 3,4 - História de Oséias, mesclada com a de Israel

 

  1. 5 - Amantes de Israel: nações e ídolos em redor nos quais Israel confiava.

 

Eze. 16:17, 20, 26, 28 - Imagens, nações (Egito, Assíria)

 

Eze. 23:5, 22, 23, 30

 

Osé. 7:11; 12:1

 

- Gômer dizia que seus amantes e não seu marido, Oséias, é que a sustentavam

 

- Israel dizia o mesmo para Deus.

 

  1. 8 - Deus é que a alimentou, não os amantes

 

  1. 10 - “suas vergonhas” - “nudez”

 

- Era humilhante e vergonhoso despir uma mulher e deixá-la n rua, de qualquer jeito.

 

- Figura do que Deus faria a Israel

 

  1. 11 - Eram idólatras, mas procuravam ainda manter um culto semelhante ao de Judá.

 

- Deus os levaria ao cativeiro e acabaria com suas festas profanas.

 

  1. 13 - Boa/= Senhor, possuidor, marido.

 

- Quando Israel chegou à Canaã, cada pedaço de Terra, tinha o seu dono, isto é, o seu Baal. Assim havia muitos Baals ou Baalins. Durante algum tempo, Jeová foi chamado de Baal pelos Israelitas, com toda inocência; o que aumentou a confusão neste sentido (Deus Jeová x Baal)

 

  1. 14 - Começa uma seção positiva.

 

- Num futuro Deus voltaria a “namorar” com Seu povo

 

- “deserto” - remonta ao passado; ao Sinai; local da aliança (casamento)

 

  1. 15 - “Vale de Acor

 

- 16 Km ao Sul de Jericó; 7 km. e meio de extensão de norte a Sul

 

- Acor = Inquietação

 

- “porta da esperança” - vale de Acor lembra o pecado de Acã ao iniciarem o tomado de Canaã, onde desanimaram. Porém se voltaram a Deus e Ele reacendeu.

 

  1. 18 - Novamente haveria harmonia naquela terra.

 

  1. 19, 20 - Significado literal = “desposar-te-ei”

 

- “eu te cortejarei como a uma virgem”

 

- Esta idéia permanece em toda a Bíblia

 

- Quando Deus perdoa, trata como se não houvesse pecado nunca

 

- Exs.:.: I Co. 5:1; 6:9-11

 

II Co. 11:2

 

Apoc. 14:3, 4

 

  1. 21, 22 - Deus - Céus - Terra - Trigo (vinho, azeite) - Jezreel (povo de Deus).

 

- Idéia de bênção.

 

  1. 23 - Deus trabalha com as três palavras (nomes) em relação ao futuro da nação.

 

- “semearei” - Jezreel

 

- “desfavorecida”

 

- “não-meu-povo”

 

- Este texto é reinterpretado no Novo Testamento.

 

- Rom. 9:25, 26 - chamado aos gentios -

 

 

 

- Seção sobre Israel e Gentios

 

- I Pe. 2:10 - idéia dos dois últimos nomes dos filhos de Oséias.

 

 

 

Capítulo 3

 

  1. 1 - Havia a deusa Astarte e como sacrifício os israelitas a ofereciam bolo de passas.

 

- Jer. 7:18

 

- Jer 44:19

 

  1. 2 - Ela foi comprada. Denota que desceu tanto em sua condição social que se tornou escrava.

 

- Alguns dizem que foi comprada num mercado de escravos. Oséias pagou metade em dinheiro e metade em espécie

 

- Em Êxo. 21:32 - trinta peças de prata era preço de um escravo.

 

  1. 3 - “esperarás” - não teriam intimidade por um bom tempo - purificação. Acaba a história de Oséias.

 

  1. 4,5 - Aplicação espiritual a Israel

 

- “Davi” - Messias

 

- “Últimos dias” = futuro; não final

 

- Purificação - tempo de cativeiro.

 

 

 

 

 

Capítulo 4

 

Até aqui conta sobre Israel e Gômer. A história está mesclada. Daqui em diante, não se menciona mais sobre a vida pessoal de Oséias.

 

Neste capítulo, aparece muito a palavra “conhecimento”, (V. 1, 6, 11, 14; 5:3 (Efraim = Israel), 4; 6:3, 6; 7:11; 8:2) e “entendimento”.

 

  1. 1 - “Conhecimento”

 

  1. 4 - O povo era igual aos sacerdotes

 

- Os versos seguintes mostram como eram os sacerdotes

 

  1. 8 - Quanto mais o povo pecava, mais ofertas davam e mais os sacerdotes lucravam (segundo a lei, uma parte delas lhes cabia).

 

  1. 10 - “deixaram de adorar”

 

  1. 12 - “abandonam o Seu Deus”.

 

 

 

Capítulo 5

 

Deus deixa que o povo siga o caminho que escolheram.

 

 

 

Capítulo 11

 

O livro fala de várias figuras:

 

- Amor de Deus para com Israel (quase todo)

 

- Amor de um homem para com sua esposa (boa parte)

 

- Amor de um pai para com seu filho (cap. 11)

 

Figura do capítulo 11:

 

- Jer. 31:9 - usa esta mesma figura. (amor de um pai...)

 

  1. 4 - Ensinavam, em Israel, as crianças a andar com cordas e as puxavam para sí.

 

  1. 5 - Voltar = converter.

 

  1. 1. u.p. - Mat. 2:15

 

- Sensus plenior - Jesus

 

  1. 8 - Poesia com quatro linhas.

 

- Deus tem que deixar Israel ir, mas não quer...

 

- Admá e Zeboim

 

- Quando Deus destruiu Sodoma e Gomorra, eram 5 cidades em linha reta. Entre elas, estas duas, que também foram destruídas (todas 5)

 

 

 

04 - Isaías (c. 745 a 685 a.C.)

 

Nome significa: O Senhor é salvação

 

Isaías pertencia à linhagem real e foi chamado jovem para o ofício profético - P.R., 305.

 

Por 60 anos ou mais como profeta da esperança sobre Judá.

 

A Bíblia não conta como Isaías morreu. Segundo a tradição e E. White, Manassés, filho de Ezequias, o prendeu e serrou-o pelo meio dentro de um toco oco - SDABC, IV, 1137.

 

Heb. 11:37 - “serrados pelo meio”

 

Possivelmente se referindo à morte de Isaías.

 

Além de grande profeta, foi um grande poeta. A maior parte do livro, especialmente a segunda parte, está toda (quase) em poesia.

 

Foi também um grande estadista, conselheiro dos reis.

 

É o profeta mais citado no Novo testamento, é chamado de profeta evangélico.

 

A algum tempo, certo autor ensinava que Isaías seria dois livros:

 

1o. - 1 a 39 - Ameaça

 

2o. - 40 a 66 - Consolação.

 

Segundo ele, o 2o. é o Livro da Consolação de Israel, escrito por um outro Isaías que não tem nada a ver com o primeiro.

 

739 - Morte de Uzias, também chamado Azarias.

 

 

 

 

 

 

 

Capítulo 6

 

Na realidade, Isaías já era profeta aqui. Não foi nesta ocasião o seu chamamento. Isaías sabia que a Assíria varreria as dez tribos.

 

P.R., 305 - sua maior aflição, contudo, se devia a condição espiritual do povo. Seus pecados o deprimiam.

 

P.R., 305, 306, 207 - Ellen G. White, fala que o chamamento de Isaías foi no ano da morte de Uzias (Azarias). Talvez em algum momento antes, durante aquele ano.

 

No Templotemplo só entrava o sacerdote. Quando fala de estar no Templotemplo, era no pátio. Isaías se sente pequeno para sua missão e se aproxima o mais que pode (pátio do Templotemplo), do Senhor.

 

  1. 1,2 - Só aqui aparece a palavra serafins - asas em no. de 06 e Querubim - em no. de 04. Serafins = arder (hebraico)

 

- Era comum um monarca oriental se apresentar no trono com roupas longuíssimas da cintura para baixo.

 

- Deus dá a Isaías uma visão nestes termos.

 

  1. 3 - “Santo”

 

- Idéia de separado. Sábado, Dízimo, Igreja, Sacerdote.

 

- Aqui a idéia de separado, porque Ele é o Criador. De um lado está Deus, do outro todo o resto, a criação. Deus separado da criação. Exaltado sobre Sua criação.

 

- Mais ainda, idéia de separado de todo mal.

 

- Glória é o caráter de Deus.

 

- O serafim (V. 2), cobre os pés porque no costume oriental antigo ninguém se apresenta diante de um monarca com os membros inferiores descobertos.

 

  1. 4 - O altar da Terra se torna o altar do céu, pois Deus está ali.

 

  1. 5 - Sente-se perdido. Os serafins não estão vendo a Deus e ele, um pecador, O vê.

 

- Os serafins não estão ouvindo a Deus e ele, como seu povo impuro, O ouve.

 

- Se sente impuro, pecador, indigno.

 

 

 

- Visão:

 

- . Realidade - idéia aqui

 

- . Figura.

 

- Porque “lábios”?

 

1 - Contrasta seu falar com o dos serafins, puros que só falam para glória de Deus.

 

2 - Deus o chamou para ser profeta (Nabhi), porta-voz de Deus.

 

- Se sente impuro, incapaz, diante de um Deus tão puro.

 

 

 

  1. 1-9 (p.p.)

 

  1. A visão de Deus

 

  1. A visão do pecado

 

III. A visão do perdão (V. 6, 7)

 

  1. A visão do serviço.

 

- Quando Isaías viu Deus, viu quão pecador era. Como líderes, devemos mostrar mais a Deus do que aos homens e o povo se comparará com Deus e sentirá profundamente isto.

 

  1. 6,7 - Altar de fora.

 

- tenaz - pinça, como tesoura

 

- Sua impureza é removida

 

- A mesma visão que mostrou seu pecado, providencia perdão.

 

- Certeza do perdão. Nada mais entre ele e Deus.

 

  1. 8 - Até agora Deus não tinha falado nada.

 

- Deus está aqui como monarca, junto com seus ministros (serafins) numa audiência.

 

- “Nós” (Sal. 89:7) - pode ser a Trindade e também Deus e Seus ministros.

 

- Isaías que se sentia inadequado, agora (já perdoado) se dispõe, sente a habilitação de Deus.

 

  1. 9,10 - Deus o enviou ao distrito de Judá.

 

- Diz que o povo piorará mais. Resultado da rejeição da verdade. Na Sua Onisciência, vê o futuro do trabalho de Isaías e que o povo virará as costas.

 

 

 

- Jer. 7:25-28

 

- Deus diz algo semelhante a Jeremias

 

- Rom. 1:28

 

- Efé. 4:18, 19

 

- II Tess. 2:11-14

 

- Isaías acabou morrendo assassinado e, para efeitos humanos, fracassado.

 

- Temos mania de sucesso. Grandes homens da bíblia tiveram o mesmo fim.

 

  1. 11 - Iriam até o fim na rebelião.

 

  1. 11,12 - Cumpriu-se no cativeiro.

 

- II Reis 25:21

 

- Jer. 4:29

 

  1. 13 - Ficaria um “toco”, um remanescente

 

- “Santa Semente” - grupo de fiéis.

 

- Dentro da Teologia de Isaías, há a doutrina do remanescente:

 

- 1:9-25

 

- 4:2-4

 

- 10:20-23

 

- 11:16

 

- E.G.W., diz que Isaías nunca mais esqueceu esta visão.

 

- A partir daí, há uma marca registrada no livro: “O Santo de Israel”. Aparece 25 vezes em todo o livro. Forte argumento a favor de um único Isaías.

 

- Isa. 6:9,10 - ver rodapé. - M.D.C. 92, 93

 

- Como na vida natural, a contínua resistência produz insensibilidade.

 

 

 

Capítulo 9:1-7

 

- Um dos mais belos textos do Antigo Testamento

 

  1. 1,2 - Nesta visão o profeta contempla especialmente a região da Galiléia.

 

 

 

- A terra que contornava o Mar da Galiléia (vem de Galil, anel no hebraico). Habitada por Judeus e gentios que formavam uma raça mestiça.

 

- Juí. 1:30

 

- I Re. 9:11

 

- II Re. 17:23,24

 

- Por isto os judeus puros os desprezavam

 

- João 1:46; 7:52

 

- Esta era a região mais vulnerável e prejudicada pelas invasões dos povos inimigos.

 

- I Re. 15:20 - Fala sírios

 

- II Re. 17:24 - Fala assíria.

 

- Por isso ali habitava o povo que mais sentia necessidade de um Salvador, em Israel; e por isso o ministérios de Jesus foi em grande parte ali e dali foram Seus discípulos.

 

- Mat. 4:13-17

 

- Luc. 2:32

 

- Embora a mensagem seja em primeiro lugar para aquela região, a partir dela o profeta vê o mundo inteiro. Vê as pessoas recebendo luz e salvação, isto cumpriu-se com Cristo.

 

- Luc. 1:76-79; 2:11

 

- João 8:12

 

  1. 3 - Fala sobre os feitos de Deus

 

- Remanescente futuro; povo que fala do cativeiro. Vê-os em grande número (favor de Deus); vê-os alegres (alegria santa, originada em Deus).

 

 

 

- Exemplos de Alegria:

 

- Ceifa - ocasião de intenso júbilo

 

- Vitórias na guerra - ocasião de muita alegria.

 

- O profeta vê-os muito felizes devido aos feitos de Deus. Agora diz “porque” estavam alegres. Há 3 motivos.

 

  1. 4 - Jugo = canga - submissão

 

  - Vara = domínio

 

  - Cetro

 

- A 1liberdade é motivo da felicidade

 

- A vitória futura é tão gloriosa como foi a vitória de Gideão com os 300 sobre midianitas - Juiz. 7

 

  1. 5 - “bota, veste”... (emblemas de guerra) não há mais guerra; fim da opressão.

 

- Outro motivo: 2paz.

 

  1. 6 - O maior motivo de alegria seria o nascimento do 3Messias, Seus atributos e o restabelecimento de Seu reino.

 

- Profecia messiânica; direta para Jesus, sem “sensus plenior”.

 

- “Menino” - membro da raça humana

 

- “Nasceu”

 

- “deu” - João 3:16 - Deus deu

 

- Dar é um dom de Deus - Rom. 6:23.

 

- “Governo sobre seus ombros” - realeza

 

 

 

- Atributos:

 

- Maravilhoso - sobrenatural

 

- Conselheiro - no original não há pontuação

 

. Alguns crêem que é m.conselh. (sem vírgula)

 

. Isto combina com os outros atributos de duas palavras.

 

- Pai da eternidade - A eternidade existe por causa dEle; maior que ela; nunca vai passar; rei para sempre.

 

- Príncipe da Paz - a paz (da guerra e interior) só existirá no governo dEle.

 

  1. 7 - Governo vai aumentando até atingir toda a terra e há paz real; reino firmado na retidão e justiça:

 

- II Sam. 7:12-16

 

- Luc. 1:32

 

- u.p. - Obra de Deus, não de homens

 

- “Zelo” - amor abrasador de Deus e zelo por esta causa.

 

- Isaías deve ter visto a primeira e a segunda vinda de Cristo.

 

- Para nós isto só será real na eternidade. E para os contemporâneos de Isaías?

 

- Se fossem fiéis, o plano iniciaria já com eles.

 

 

 

Isaías 53

 

- Pessoas que se converteram devido a este capítulo:

 

- Etíope (Atos)

 

- W. Miller

 

- J. Wolff (“Peregrino em Terra Estranha”)

 

- P.R., 686 - Satanás estudou esta profecia com diligência e temeu e tremeu.

 

- A divisão é artificial. Começa no 52:13.

 

  1. 13 - “Servo” - Fil. 2:5-8

 

- Resumo do capítulo 53 (13-15)

 

- Deus é quem está falando (V. 13-15)

 

- Ministério do Messias - resumo (V. 13-15)

 

  1. 14 - Noite do julgamento - muito sofrimento

 

- Lá pasmaram e hoje pasmam diante de tal amor!

 

  1. 15 - Paulo fala que cumpriu isto ao pregar a quem não sabia nada de Deus.

 

  1. 1-10 - Não é mais Deus falando

 

  1. 11,12 - Deus fala, no fechamento do capítulo.

 

 

 

  1. 1 - “Creu” - predito e previsto a incredulidade

 

 

 

- Razões pelo que o povo deveria crer:

 

I  - Pregação dos profetas - “nossa pregação”

 

II - O poder (“braço”) de Deus claramente visto na vida e obra de Jesus.

 

  1. 2 - “renovo” ou “raíz” poder ser “broto de raíz”, a tradução.

 

- Origem humilde

 

- A Bíblia não fala como Jesus era fisicamente. Por aqui se diz que não havia nada de espetacular nele; era comum; nada atrativo no físico.

 

- Apesar de que aqui se refere especialmente com os momentos de sofrimento.

 

  1. 3 - Momentos de Morte -

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  1. 4,5,11 - “Sobre sí” (idéia de substituto) - expressão repetida.

 

  1. 4 - “Enfermidades” - feridas ou doenças

 

- “Aflito” - punido

 

- Achavam que sofria por suas próprias transgressões - juízo de Deus sobre Ele.

 

- As pessoas viam o pecado no servo não em sí mesmas.

 

  1. 5 - “Nossas” não dele

 

- “Moído” - sofrimento interno e externo.

 

- Jesus sofria tanto mental e espiritualmente que mal sentia a dor física.

 

- Às vezes erramos e já ficamos perturbados, infelizes; imaginem que Jesus sentia a responsabilidade, a culpa, o peso de todos os pecados de todos os homens que já viveram, vivem e ainda viverão!!

 

- “castigo... sobre Ele...” x   paz

 

- “pisaduras...”     x  sarados

 

- a salvação é uma troca onde uma parte perde tudo (Jesus) e a outra ganha tudo (Humanidade). Ninguém faria uma troca desta!

 

  1. 6 - Nossa iniqüidade foi posta, por Deus, sobre Ele. O sacrifício foi por toda a humanidade, não só pelos salvos. Todo suficiente.

 

- Porém, envolve escolha e aceitação por parte do homem.

 

- Rom. 8:11 - “Não há condenação” - já foi posta sobre Jesus.

 

  1. 7 - Morreu em silêncio (um porco morre gritando; uma ovelha morre quietinha)

 

- Pilatos ficou impressionado com a postura de Jesus.

 

  1. 8 - “... e quem dentre os de Sua geração considerou e Ele fora cortado da terra dos viventes, ferido por causa da transgressão do Meu povo?” (Trad. Bíblia Maranata). “cortado” - morte violenta.

 

  1. 9 - “Os perversos” (assassinos) queriam colocar o corpo no Geena (lixão da cidade), onde ficavam os criminosos.

 

- José de Arimatéia, Nicodemos e João, o discípulo amado, por intervenção divina, cuidaram do sepultamento.

 

- “Nunca fez injustiça”- era o Justo.

 

  1. 10 - Não sofria por pecado próprio.

 

- Deus consentia em colocar sobre Ele os pecados de todos.

 

- Sua posteridade: seus filhos espirituais.

 

- Heb. 2:12,13.

 

- Ter numerosa posteridade era muita honra e vê-los era honra maior ainda.

 

- Jesus cumpriu toda a vontade de Deus, os planos concebidos na eternidade foram totalmente executados. Jesus é o servo fiel.

 

  1. 11 - Cumprimento na entrada dos remidos na eternidade.

 

- A.A., 601 - Nos momentos mais difíceis contemplava esta cena e ela o animava a prosseguir.

 

- “O Justo” - Ele é o único. Título perfeito para Ele.

 

- “Conhecimento” - algo experiencial.

 

- Pode justificar a muitos (não todos), porque levou os pecados deles.

 

- Rom. 5:1

 

  1. 12 - “Muitos”

 

- Figura de vitória na guerra. Jesus, o vitorioso tem direito aos despojos, que são as pessoas.

 

- Razão da vitória na guerra. Jesus, o vitorioso tem direito aos despojos, que são as pessoas.

 

- “Muitos” - terceira vez

 

- “Intercedeu” - sacrifício, morte e intercessão.

 

- Muitos (ordem cronológica):

 

1 - Levou sobre Sí o pecado de muitos (V. 12, u.p)

 

2 - Justificará a muitos (V. 11)

 

3 - “...Lhe darei muitos...” (V. 12, p.p.)

 

Existem 4 cânticos do Servo. Este (53) é o mais longo deles

 

1 - Cap. 42

 

2 - Cap. 49

 

3 - Cap. 50

 

4 - Cap. 53 - Mais belo e mais conhecido.

 

 

 

Atributos de Deus

 

O livro de Isaías apresenta-nos abundante material a respeito de Deus; Seus atributos, Seu caráter, Suas obras e Sua incomparável grandeza. Talvez neste aspecto seja o livro mais rico de toda a Bíblia. Isto é especialmente verdade com relação aos capítulos 40 a 55.

 

Divisão em três:  1-39 - Proto - Isa (profeta mesmo)

 

  40-55 - Deutero - Isa (discípulo de Jeremias em Babilônia c. 540).

 

   56-66 - Trita - Isa (Escola Isaiana c. 450).

 

Maiores informações: Livro “Merece Confiança o Antigo Testamento”, de Archer.

 

O profeta pensa que a seção de 40 a 55 é a mais rica sobre os atributos de Deus em toda a Bíblia.

 

1 - Deus é auto-existente

 

44:6 (u.p.); 43:10 (u.p.)

 

Ele não deve Sua existência a ninguém.

 

“Tudo foi criado por Alguém que não foi criado por ninguém” (desconhecido).

 

2 - Deus é auto-suficiente.

 

44:24

 

Deus se basta a Sí mesmo. Ele não precisa de nada, nem de ninguém. Porém, no plano que Ele fez, Ele decidiu usar-nos. Tudo que Ele pede de mim, faz parte de um processo para que eu chegue a ser como Ele. Mas não que Ele precise.

 

Atos 17:26

 

3 - Deus é eterno

 

40:28; 57:15

 

Não tem princípio nem fim.

 

Especulação não é de todo ruim.

 

Alguns dizem que Deus vive num “agora permanente”.

 

Será que Deus pode viver em todos os tempos (passado, presente, futuro) ao mesmo tempo?

 

Prever é diferente de predestinar.

 

Para Deus não se pode fazer surpresa.

 

A predestinação bíblica existe em termos de salvação.

 

O que Deus previu e mandou escrever (profecia) é para que:

 

- Creiamos em Seu poder de ler o futuro;

 

- Creiamos que a Bíblia não é um papel que aceita tudo.

 

4 - Deus é imutável

 

46:3,4; 48:12

 

Heb. 13:8; Mal. 3:6; Tia. 1:17

 

Deus não pode ser melhor ou pior no futuro, nem no passado.

 

Nós mudamos, felizmente, em alguns casos.

 

Isto nos dá certeza de Seu amor e jeito de nos tratar.

 

5 - Deus é Onisciente

 

42:9; 45:11; 46:9,10; 48:3

 

Para os fiéis é fonte de conforto e segurança. Deus conhece a sinceridade do coração, embora os irmãos e outros não entendam, nem vejam.

 

Para os descrentes, é um pensamento aterrador. Enquanto ninguém vê seus erros, Deus vê.

 

 

 

6 - Deus é sábio

 

40:13,14

 

Deus usa todo Seu conhecimento da melhor maneira possível.

 

Não é um espertalhão (malandro); é sábio.

 

É capaz de transformar as tramóias do diabo em bênçãos.

 

Ex.: José (no Egito); Jesus (e os endemoninhados gadarenos).

 

Como? Se os porcos não tivessem morrido, a notícia não teria se espelhado e o milagre da cura não teria atraído a curiosidade do povo para Jesus, Poderoso.

 

O bom ladrão, o diabo achou que tinha ganho, mas sua história na época e em todos os tempos já trouxe quantos para Deus...

 

Deus é infinitamente mais sábios que o inimigo e todos os anjos (Amém!!!!)

 

7 - Deus é Onipotente

 

40:26-31; 45:24

 

Na Bíblia só Deus recebe este título.

 

Poder - capacidade. Deus não é limitado em capacidade. Tudo que quiser Ele pode fazer. Porém, embora tenha capacidade total, Ele não se permite fazer algumas coisas porque não combina com Seu caráter. Não somos nós ou o diabo que proibimos Deus; não lhe impomos nada; Ele é que se impõe e se proíbe.

 

Nada é difícil para Deus. Ele tem muito poder. Para nós, muitas coisas são difíceis.

 

Deus não Se cansa; usa, usa Seu poder e nunca perde nada. Não se gasta e nem precisa recarregar. Nós cansamos.

 

Ele quer nos dar poder em nossas dificuldades.

 

8 - Deus é bondoso

 

49:15,16; 41:8-14

 

A bondade de Deus é infinita, eterna. Ele não pode ser mais bondoso do que já foi.

 

Podemos nos colocar onde recebamos mais de Sua bondade

 

9 - Deus é justo

 

45:24, 21; 51:8

 

Justiça é aquilo que Deus é. Ele não precisa fazer nada. Ele não tem que se harmonizar com nenhuma lei para ser justo.

 

 

 

10 - Deus é Santo

 

40:25;

 

11 - Deus é Criador

 

45:9,12,18; 40:26

 

12 - Deus é Salvador

 

45:17,21,22

 

13 - Deus é Incomparável

 

40:15,17,18,25:

 

- Gota

 

- Grão

 

- Pó fino

 

- Nada

 

- Menos que nada

 

 

 

Quando temos uma visão de Deus, nossa vida é transformada.

 

 

 

05 - Miquéias (c. 740 a 700 a.C.)

 

Contemporâneo de Isaías

 

Reinado um pouco mais curto

 

Sinônimo de Miguel (Novo Testamento) - Quem é como Jeová?

 

Reis contemporâneos: Jotão, Acaz e Ezequias (Judá)

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1 - Origem humilde - pais não mencionados.

 

- Morastita - de Morezete Gate. Cidadezinha próximo de Gate (dos filisteus) a 32 Km. a sudoeste de Jerusalém, próximo à grande estrada costeira.

 

- O livro se divide em três partes:

 

 

 

  1. Cap. 1,2

 

  1. Cap. 3-5

 

III. Cap. 6,7

 

- Cada uma delas começa com “ouvi”.

 

- Cada uma contêm três pontos:

 

  1. Repreensão ao pecado

 

  1. Anúncio de juízo

 

  1. Uma promessa de bênção associada ao Messias.

 

- Samaria - foi destruída no meio de seu ministério. Jerusalém e Samaria (capitais) centro de vícios de onde irradiava o mal para as demais cidades.

 

  1. 6 - Profecia. Samaria seria arrasada, destruída.

 

  1. 9 - Extensão do mal.

 

 

 

Capítulo 2

 

Alguns estudiosos dizem que de toda a Bíblia, o capítulo 2 de Miquéias é o mais duro contra aqueles que exploram os pobres.

 

  1. 1 - Perdem o sono maquinando o que farão no dia seguinte.

 

  1. 2 - cobiça desenfreada dos ricos. Os direitos da propriedade da família não eram respeitados.

 

  1. 3 - “Mal” - é o cativeiro, o jugo, a calamidade. Nada a ver com o pecado.

 

  1. 4 - Última linha, contrasta com a primeira do V. 2

 

  1. 5 - Cordel era a linha de medir. Era usada para dividir a terra. Por Ex., para repartir a herança.

 

- Não mais terão sua herança; os invasores é que ficarão com a terra e a dividirão - Josué 13:6.

 

  1. 6 - “babujeis” - sujar com baba

 

- Voz do povo. “O que vocês falam não vale mais do que uma baba!”

 

- “O mal nunca virá; somos o povo de Deus”

 

  1. 7 - O profeta repete o argumento do povo e sua pergunta e ele mesmo responde que o argumento é correto, mas se o povo “andasse corretamente”.

 

  1. 8 - Porém o povo se tornou inimigo; longe do Senhor ª

 

  1. 9 - “Mulheres” - viúvas, pelo contexto

 

- Leis civis protegiam algumas classes: estrangeiros, necessitados e especialmente viúvas e órfãos.

 

- A moralidade estava tão rebaixada que não respeitavam nem as viúvas.

 

- “Glória” pelo contexto - sustento

 

  1. 10 - Contra os que faziam estas coisas

 

  1. 11 - Disposição de aceitar prontamente os faltos profetas

 

  1. 12, 13 - Termina a profecia de modo positivo

 

- Israel e Judá unidos após o cativeiro babilônico

 

- Muita gente que faz barulho

 

- “Aquele que abre o caminho”

 

- “o seu Rei...”

 

- O Senhor à sua...”- Messias.

 

  1. 13 - Idéia de Êxodo (Ex. 13:21, Deut. 1:30,33):

 

- 1o. Egito

 

- 2o. Babilônia

 

- Aqui se refere ao segundo, na idéia do verso.

 

 

 

Capítulo 3

 

Repreensão aos líderes da nação.

 

  1. 1-4 - Profecia contra os líderes, magistrados, reis, chefes, príncipes,...

 

  1. 2,3 - Faziam o contrário do que deviam fazer como homens da justiça

 

- Figuras de linguagem bem fortes

 

- Bem o contrário do que fará o messias em 2:12

 

  1. 4 - Como não ouviram o Senhor, Ele também nãos os ouvirá

 

- Prov. 21:13

 

  1. 5-7 - Profecia contra os falsos profetas

 

- “Paz” e “Guerra” (contraste)

 

  1. 6 - Escuridão - calamidade

 

- Estado espiritual destes profetas:

 

- Noite

 

- Trevas

 

- Pôr-do-Sol

 

- Enegrecerá

 

- Mesmo grupo: falsos profetas

 

- Profetas

 

- Videntes

 

- Adivinhadores - práticas abomináveis

 

  1. 7 - Última linha com a primeira do V. 4 - “cobrir bigodes” - costume da época (lembra os leprosos)

 

  1. 8 - Em contraste com os falsos profetas, o verdadeiro profeta está cheio do Espírito do Senhor e de santa ousadia para condenar o pecado.

 

- Declaração válida para todos os profetas do Senhor.

 

  1. 9-12 - Contra os líderes em geral (civis e religiosos)

 

* Chefes - suborno

 

* Sacerdotes - interesse (lembra Balaão, não israelita, foi profeta de Deus, depois apostatou)

 

* Profetas Dinheiro

 

- “Sião” - Jerusalém

 

- Liderança corrompida, cobiça desenfreada

 

  1. 11 (u.p.) - pura presunção

 

  1. 12 - Terceira invasão - Nabucodonosor (586 a.C.)

 

 

 

 

 

 

 

Capítulo 4

 

Os primeiros versos do capítulo 4 são exatamente iguais aos primeiros do capítulo 2 de Isaías (contemporâneo)

 

Profecia que tem a ver com o plano centrípeto que não deu certo como Deus idealizara.

 

  1. 1 - Últimos dias” - dias futuros (nada de volta de Jesus)

 

- “Monte da casa do Senhor” - Moriá, onde foi erigido o TemploTemplo.

 

  1. 2 - Atrairiam as nações ao redor.

 

  1. 3 - Quando o Messias estivesse no trono universal, não haveria mais guerra, mas as armas se tornariam ferramentas de agricultura para promover a prosperidade.

 

  1. 4 - Paz, sossego, guerra, segurança, prosperidade.

 

- Figura bastante usada na Bíblia.

 

- Não se sabe quem copiou de quem

 

  1. 7 - “Parte restante” - remanescentes do cativeiro.

 

 

 

  1. 8 - “Torre do rebanho” - guarita para observar o rebanho

 

- “Primeiro domínio” - teriam o domínio dos tempos de Davi.

 

- Pelo plano da salvação, a terra voltará ao domínio do homem. G.C., 671, 483.

 

- Sensus plenior - pode pois é inspirada.

 

  1. 9 - Sofrimento no cativeiro - Triste

 

  1. 10 - Cativeiro - Sairiam da terra amada, mas lá não seriam aniquilados, Deus os livraria. Babilônia. Cerco.

 

  1. 11, 12 - Não é feito das nações como pensam, mas do Senhor. São Seus instrumentos = Apoc. 20, após o milênio.

 

  1. 13 - As nações que os estavam apertando seriam ganhas para o Senhor - Futuro.

 

- Eze. 38,39

 

- Joel 3

 

- Zac. 12,14

 

- Apocalipse 20

 

- Jerusalém, capital do mundo; agrega muitas nações que se converteram; prosperidade, paz. As nações não convertidas se arregimentam achando que é feito delas irem contra esta grande cidade para se apropriar de suas riquezas, porém o Senhor está ali por trás, e quando todos estão em volta, o povo de Deus sai e extermina os inimigos.

 

- No Milênio, o povo não sai da cidade, mas Deus manda o juízo.

 

 

 

Capítulo 5

 

  1. 1 - Na Bíblia hebraica, faz parte do capítulo 4.

 

- Em nossa Bíblia, está mau dividida.

 

- Exortação a resistir ao certo. O cerco seria bem sucedido.

 

- Juiz = rei (maior) - ferido no roso: indica conquista.

 

  1. 2 - Começa a mencionar o Messias.

 

 

 

- Profecia direta (sem sensus plenior).

 

- Em Israel: duas Belém (casa de pão) - Efrata (sul); próximo à Galiléia (norte). Local fértil a sudoeste de Jerusalém - c. 10 Km..

 

- Cada grupo era divido em clãs, em milhares. Vilinhas, grupos familiares.

 

- Interessante que Miquéias valoriza as coisas desprezíveis. Deteve-se em defender os menosprezados defendia os pobres e acusava os ricos. Ministério em prol da justiça social.

 

- No hebraico, esta é a mais forte que existe para se referir à duração infinita.

 

- Contexto claro: Jesus. Preexistência.

 

 

 

  1. 3 - Seriam entregues por Deus aos inimigos.

 

- Refere-se a Israel no geral e a Maria em particular.

 

- Dores de Parto (Israel (sofrimento) - 4:10, porque Deus os entregou aos inimigos.

 

- “Restante” - indica que no futuro, Judá e Israel seriam um povo só novamente.

 

  1. 4 - Feitos do Messias

 

- Tempo novamente de paz, segurança sob o reinado do Messias

 

  1. 5 - Potência da época: Assíria

 

- Já tinham destruído as 10 tribos

 

- Indica os inimigos do povo de Deus representados pela Assíria, que logo seria destruída

 

- “Sete”, “oito” - nada de significado; força de expressão hebraica.

 

- Quando viesse os inimigos, Deus levantaria líderes.

 

  1. 6 - Livramento -

 

- Deus obraria em seu favor

 

  1. 7 - Israel, bênção entre os povos.

 

- Testemunho

 

 

 

  1. 8 - Israel, Instrumentos entre os povos

 

- Punição

 

  1. 9 - 4:13; 5:15

 

  1. 10-15 - Em vez de confiar em Deus, haviam confiado nestas coisas aí mencionadas e Deus anuncia que elas seriam destruídas.

 

Capítulo 6

 

Começa a última seção do livro de Miquéias. Israel (já tinha sido destruído as 10 tribos) = Judá.

 

  1. 1,2 - Deus conclama suas obras a testemunhas Sua controvérsia.

 

  1. 3 - Deus Se coloca sob o juízo também!

 

- Não só como Juiz

 

  1. 4 - Recapitula Seus feitos na história do povo.

 

  1. 5 - Sitim: Núm. 25:1 - (último acampamento antes de entrar na terra prometida).

 

- Josué 2:1; 3:1

 

- Gilgal: Josué 4:19,20; 5:9,10 (primeiro acampamento após entrarem).

 

  1. 6 - Fala do profeta.

 

- Como o povo se apresentaria, ele pergunta.

 

  1. 7 - Possivelmente seja referente a sacrifícios humanos. Houve época em que Judá esteve tão apostatado que sacrificava seus filhos.

 

- Ex.: Rei Acaz

 

- Jer. 7:31; II Re. 16:3

 

  1. 8 - Coisas mais importantes para Deus.

 

- Jesus expressou esta idéia

 

  1. 9 - É bom ouvir a voz de Deus e aceitar a Sua repreensão.

 

  1. 10 - Medidas escassas

 

- “efa” - uma medida

 

  1. 11,12 - Pecados uns contra os outros; não contra Deus

 

 

 

  1. 13,14 - Ficariam sem nada no fim

 

- Sua ganância não os levaria a nada.

 

  1. 15 - Pode referir à escravidão. Trabalha para outros.

 

  1. 16 - Onri (vida de impiedade) - pai de Acabe

 

- O povo é retratado vivendo como esta família ímpia.

 

 

 

Capítulo 7

 

  1. 1,2 - Linguagem mostra a condição do povo na época.

 

- O V.1, ilustra a declaração do V.2.

 

  1. 3 - Volta a falar na liderança: príncipe, juiz, grande

 

  1. 4 - “sebe” (cerca)

 

  1. 5,6 - Com o cerco vem a fome e com a fome é salve-se quem puder.

 

- Os horrores da fome levam até ao canibalismo familiar.

 

- Não confiar em ninguém

 

  1. 7 - “Olharei” - idéia de confiar. Bem bonito.

 

  1. 8 - Apesar disso, o povo se levantará.

 

- Fala como se fosse o povo.

 

  1. 12 - Futuro

 

  1. 13 - Agora (época do profeta)

 

  1. 14 - Gileade - terra fértil

 

- O povo gostaria de ser novamente tratado como ovelhas bem gordas

 

  1. 15 - Deus anuncia o segundo êxodo.

 

- Saída de Babilônia

 

  1. 17 - Recuperação do povo (fiel) após o cativeiro.

 

- Outros povos viriam a eles humildemente.

 

  1. 18,20 - Perdão, Misericórdia.

 

- Mar - figura de linguagem

 

- Encerra positivamente.

 

 

 

06 - Naum (c. 640 a.C.)

 

Nome: Consolação

 

Tema: A destruição de Nínive

 

Naum está vivendo 150 anos após Jonas.

 

Deus dá importância à Assíria. Dois livros em relação a ela.

 

A mensagem era para Judá ficar sabendo e não para os assírios. Seu objetivo foi consolar e dar esperança ao povo judeu com a segurança de que apesar de parecer vulneráveis aos ataques da Assíria, que destruíra as 10 tribos e quase todo Judá, dentro em breve a própria capital da Assíria seria tomada e seu império destruído.

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1 - Sentença (negativo)= oráculo - peso

 

- elcosita = habitantes de Elcoz, região de Judá.

 

- Os assírios tiveram seu apogeu durante o reinado de:

 

- Senaqueribe (pai) - 705-681

 

- Esar-Hadom (filho) - 681-669 - anexou o Egito ao território da Assíria

 

- Assurbarnipal (neto) - 669-626 - levou Manassés em cativeiro para Babilônia. II Cro. 33:11; Isa. 19:4. A Assíria chegou ao apogeu. Governo longo; no finalzinho foi decaindo. Era amante da cultura (Biblioteca de Nínive - 30 mil volumes); rei guerreiro e cruel.

 

- Destacaram-se por sua crueldade para com os conquistados.

 

- Dominaram o mundo por séculos.

 

  1. 2 - Deus zeloso; que pratica a justiça.

 

- Não devemos vingar-nos, mas Deus é vingador.

 

- Nossa compreensão, nossa visão do todo é limitada e isso torna nosso juízo falho com freqüência. Se sabemos algo de alguém, completamos (por conta própria) com o que não presta.

 

- Deus por outro lado vê tudo até os motivos mais íntimos.

 

  1. 3 - Diferente de nós.

 

- Compare com V. 7. Severidade x Bondade

 

  1. 8 - Destruição de Nínive. Irá ser destruída...

 

  1. 9 - ...de modo tão completo que não precisará segunda vez. Este é o contexto.

 

- E.G.White - “Jamais o mal se manifestará de novo” (G.C.). Ela aplica ao mal (diabo e seus anjos), ao pecado.

 

- Reinterpretação - sensus plenior (tira contexto)

 

Naum escreveu em c. 640 a.C., durante o reinado de Assurbanipal, época de glória e apogeu. E profetizou sua queda.

 

2:4 - Nada a ver com os carros modernos. Mau aplicada

 

3:3 - Combina

 

2:6 - Cidade muito bem guardada.

 

- Impossível humanamente a invasão

 

- Babilônios (Nabopolassar)

 

- Medos (Ciáxares)

 

- Citas

 

- Ajuntaram-se para guerrear contra Nínive. Sitiaram-na por três anos.

 

Deus mandou uma chuva que inundou a cidade e fez ruir algumas partes do muro.

 

Entraram e destruíram - Ago/612 a.C.

 

3:13 - Última parte combina com u.p. V. 2:6

 

3:8 - Nô-amom - Tebas.

 

- Mais magnificante capital do Egito Antigo e uma das mais importantes cidades do mundo durante 1400 anos - Jer. 46:25; Eze. 30:14-16.

 

- Foi capturada por Assurbanipal em 663.

 

Como sabemos a data de Naum?

 

* Nô-Amom foi destruída - 663 (conforme história)

 

* Naum estava no meio

 

* Nínive o foi em 612 (conforme história)

 

3:1 - Tudo que conseguiram foi na base da crueldade.

 

3:2-3 - Combina com a Babilônia do Apocalipse

 

3:19 - Doença sem cura.

 

- Todos comemoram sua queda

 

- O império que dominou ao mundo por 500 anos.

 

 

 

07 - Habacuque (c. 630)

 

Nome raro - “abraçar”

 

Havia planta com este nome

 

Tema: aflição dos piedosos e a prosperidade dos ímpios

 

Habacuque é muito citado por Paulo

 

  1. 2-4 - Primeira queixa do profeta a Deus.

 

- Tudo estava errado com o povo e o Senhor parecia indiferente.

 

- Iniqüidade, opressão, destruição, violência, contendas, litígio.

 

- Como Deus não agia, o pecado se multiplicava.

 

- O ímpio por cima e o justo por baixo.

 

- * Sal. 73:3-12

 

- * Jer. 12:1,2

 

  1. 5,11 - A resposta de Deus

 

- Deus diz que não está inativo ou indiferente. Está preparando um povo (caldeus) para disciplinar, através deles, Seu povo.

 

- Os caldeus estavam chegando ao cenário histórico e se levantavam como grande nação.

 

  1. 8 - “Águia” (Deut. 28:49)

 

- Moisés, 800 anos antes de Habacuque, já havia profetizado.

 

  1. 11 - O deus deles era o poder

 

- Auto-confiante; faziam o que queriam.

 

- Caldeus (babilônicos) - seriam a vara de Deus

 

- Venceriam em 612 a Assíria e em 605 invadiriam pela primeira vez Judá. Depois, 597 e a destruiriam em 586.

 

2:2 - Tábuas de madeira coberta de cera escritas a ferro; ou tábuas de pedra.

 

 

 

  1. 3 - Visão certa; segura; não tardará.

 

- A Visão vai ocorrer mesmo

 

- “espera-o” - o tempo determinado.

 

- D.T.N., 23 - aplica a volta de Jesus

 

- Paulo usava muito

 

- Heb. 10:37 - contexto: volta de Jesus.

 

- Reinterpretação (sensus plenior)

 

  1. 4 - “soberbo” - referente ao povo caldeu (autoconfiantes - poderio)

 

X

 

-    “justo” - referente aos fiéis a Deus.

 

- Justo:

 

-

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Vida de confiança em Deus

 

-

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Relação de Habacuque com Deus (como se dissesse: “Habacuque fica tranqüilo, você pode não estar vendo, mas eu estou atuando, minha mão dirige tudo”).

 

-

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 O contexto indica não a experiência de salvação, de conversão, mas a vida diária.

 

- Rom. 1:17 - contexto - justificação.

 

- Gál. 3:11 - idem

 

- Heb. 10:38 - volta de Jesus

 

- viver pela fé pode ter o sentido de fidelidade

 

  1. 5 - Nunca se cariariam de conquistas os soberbos caldeus

 

  1. 6-20 - Cinco estrofes de três versos de ais contra os caldeus. Porque?

 

 

 

Razões:

 

  1. 6-8 - 1a) Muitas conquistas - posse do que não é seu através das guerras

 

  1. 9-11 - 2a) Autoconfiança, achando que o mal não os atingiria; suas próprias casas atestavam do sangue derramado.

 

 

 

  1. 12-14 - 3a) Deus destrói o que o ímpio constrói (V. 13)

 

- As obras da injustiça vão falhar, mas a glória do Senhor permanecerá (V. 14)/

 

  1. 15-17 - 4a) As vezes acontecia na época este tipo de coisa, quando a pessoa era bem má. Os caldeus eram maus e humilhavam as nações conquistadas. Tudo o que se plantaram acabariam colhendo em sí (V. 17). Isa. 14:8/

 

  1. 18-20 - 5a) Idolatria - o pior pecado.

 

Aí estão as cinco mau-aventuranças.

 

- Alguns gostavam de fazer outro passar vergonha, mas estes um dia seriam envergonhado.

 

- Ídolos mudos que não podem falar muito, menos ensinar. Os adoradores é que falam.

 

- Com Deus é diferente, Ele fala, todos ficam silentes diante de Sua presença.

 

- Silêncio, contexto de juízo.

 

  1. 20 - Deus está em Seu Templotemplo celestial de onde governa toda a criação e todas as nações. Ele está ali para atender as necessidades espirituais de seus servos e para julgar os ímpios. Assim, o justo deve esperar e viver pela fé neste Deus que tem tudo sob controle. Deve haver silêncio em sinal de submissão aos Seus juízos.

 

- Salmo 76:8, 9

 

- Amós 8:3

 

- Sofonias 1:7

 

- Zacarias 2:13

 

- Apocalipse 8:1 (o profeta o julga o verso mais importante).

 

 

 

Capítulo 3

 

É uma das mais magníficas poesias de toda a Bíblia. É um salmo e foi preparado para ser contado como um cântico triunfal (vibrante).

 

Apresenta a vinda de Deus para libertar Seu povo. Em primeiro lugar refere-se a libertação do cativeiro da Babilônia mas no sentido maior se refere à segunda vinda de Cristo.

 

A linguagem utilizada faz lembrar o primeiro êxodo.

 

Habac. 3:

 

1o. Êxodo - Egito

 

2o. Êxodo - Babilônia

 

2a. Vinda de Cristo.

 

  1. 1 - “Ele ouviu” - uma audição, além de visão. Expressão de admiração.

 

  1. 2 - Referente ao primeiro êxodo.

 

- Tema e Parã, cidades dos edomitas ao oriente do Egito.

 

- G.C., 639, usa os versos 3 e 4 ao comentar sobre a segunda vinda de Jesus.

 

- G.C., 670, 671 - Usa ao afirmar que após o pecado só haverá uma lembrança - as marcas nas mãos de Jesus.

 

- “Pragas” (Egito).

 

- Deus vem para livrar Seu povo.

 

- Linguagem do êxodo (saída e caminhada)

 

- Carros... nuvens, vento.

 

- Abalos da natureza pela aproximação de Deus.

 

- Parece não ser sensus plenior, ele vê o 2o. êxodo e a 2a. vinda de Cristo juntamente (tudo embaralhado), como Mat. 24.

 

- Como Deus poderia usar um povo pior que Seu povo para discipliná-los? Esta era a perplexidade de Habacuque.

 

- Mas o Senhor lhe assegura que eles (os caldeus) serão também visitados.

 

  1. 16, 17, 18 - E.G.W., usa para o tempo das 7 pragas.

 

- No começo, o profeta está queixoso, desanimado.

 

- Agora está exultante e feliz.

 

- “Corça” - anda com segurança em lugares difíceis. Os justos também nas dificuldades finais.

 

 

 

08 - Sofonias (c. 630)

 

Nome: “O Senhor esconde”

 

Família real - descendente de Ezequias

 

Foi profeta nos dias de Josias, seu parente. Ambos (Ezequias e Josias) foram bons reis.

 

Sofonias é o profeta que mais usa a expressão “o dia do Senhor”. Este dia é a ocasião em que Deus intervirá ativamente para punir o pecado que terá chegado ao seu clímax. Este castigo poderá vir através de uma invasão (Amós 5:6; Isa. 13; Eze. 13:5) ou através de algum desastre natural (invasão de gafanhotos, seca, etc...).

 

“O Dia do Senhor”:

 

- Guerra

 

- Calamidade natural.

 

Todas estas intervenções menores chegarão ao seu apogeu na segunda vinda de Cristo. Isto é, para o Antigo Testamento, no Novo Testamento se refere diretamente à segunda vinda.

 

Isto também, no contexto de juízo. Outras vezes, aparece o “dia do Senhor” como o sábado.

 

Sofonias cria que esse dia viria sobre Judá e as demais nações da região. isto cumpriu-se com os babilônicos.

 

Sobre Sofonias, E. White escreveu

 

“Suas profecias de juízo independente sobre Judá se aplicam com igual força aos juízos que devem cair sobre um mundo impenitente, por ocasião da segunda vinda de Cristo” - P.R., pág. 389.

 

Segue-se a citação de Sofonias 1:14-16 e outros.

 

 

 

Esboço de Sofonias

 

  1. Ameaças contra Judá e Jerusalém - cap. 1

 

  1. Ameaças contra diversas nações - cap. 2

 

III. A corrupção de Jerusalém - cap. 3:1-7

 

  1. Promessas de Restauração - cap. 3:8-20

 

1:5 - Milcom = Moloque

 

- queima de humanos

 

- Corpo humano, cabeça de boi, de metal, oco, barriga era uma fornalha.

 

- Quando estava bem quente, colocavam as vítimas em seus braços estendidos e os sacerdotes pagãos ao lado, próximos, batiam muito forte os tambores para não serem ouvidos os gritos das vítimas.

 

1:14-18 - Dia do Senhor

 

- Invasão Babilônica (contemporâneos)

 

- E.G. White - Segunda vinda. Sensus plenior.

 

3:8-20 - Deus amava Seu povo. Queria restaurá-los.

 

 

 

09 - Jeremias (627-c. 580)

 

Nome Jeremias: “Deus estabelece”

 

- Ias = Deus (como “El”) - Abreviatura de Jeová.

 

Era tímido, compassivo. Conhecido como profeta “chorão”. Ele dá muitas referências sobre sua pessoa. Mas Isaías também.

 

 

 

- Palavras da Língua Portuguesa derivadas dele:

 

Jeremiar - choramingar

 

Jeremíaco - ficar choramingando

 

Jeremiada - choradinha

 

 

 

 

 

- Reis contemporâneos:

 

Josias (640-609)

 

Jeoacaz/Salum (3 meses em 609) - filho de Josias

 

Jeoaquim/Eliaquim (609-598) - filho de Josias

 

Joaquim/Conias/Jeconias (3 meses em 598/597) - neto de Josias - Filho de Jeoaquim

 

Zedequias/Matanias (597-586) - filho de Josias, tio de Jeoaquim

 

- Todos maus reis, exceto Josias

 

 

 

- Poderes que lutaram pelo domínio mundial:

 

Assíria

 

Egito

 

Babilônia

 

- Em 612, Nínive caiu

 

- Em 605, em Carquêmis, Faraó Neco II, foi derrotado por Nabucodonosor. Foi aí que subiram ao poder mundial os babilônicos.

 

 

 

- Profetas contemporâneos de Jeremias:

 

(1) Naum

 

(2) Habacuque

 

(3) Sofonias

 

(4) Hulda

 

(5) Urias

 

(6) Daniel

 

(7) Ezequiel

 

(8) Joel e Obadias (possivelmente)

 

- Livro de Jeremias é muito bem datado, porém os relatos não obedecem nenhuma ordem cronológica.

 

* Jer. 21:1 - Zedequias

 

* Jer. 22:24 - Joaquim

 

* Jer. 25:1 - Jeoaquim

 

* Jer. 27:1 - Zedequias

 

* Jer. 35:1 - Jeoaquim

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1 - Linhagem sacerdotal

 

- Jeremias estava sendo preparado para o sacerdócio

 

- Os levitas não tiveram herança quando da posse da terra, porém receberam 48 cidades. Destas, 13 eram só de sacerdotes; uma delas era Anatote - 4 Km. a noroeste de Jerusalém.

 

  1. 2 - Específico - 627 a.C.

 

  1. 3 - 586 a.C.

 

  1. 4 - O chamado

 

  1. 5 - Antes de estar no ventre:

 

- Era conhecido por Deus

 

- Era consagrado e constituído profeta às nações

 

* Duas Idéias:

 

- prever

 

- predestinar. - aqui não se refere à salvação, mas à missão.

 

* Outros casos:

 

- Sansão - Juí. 13:5

 

- João Batista - Luc. 1:15-41

 

- Paulo - Gál. 1:15, 16

 

  1. 6 - Resposta do Profeta

 

- “Criança” - Naar (hebraico) - transliterado

 

- Contexto: juventude

 

- Os comentaristas acreditam que tinha cerca de 20 anos de idade.

 

 

 

  1. 7 - Deus não desiste.

 

- Irás

 

- Falarás

 

  1. 8 - Profeta para Judá e para outros povos que vieram para ali durante seu ministério.

 

- Não deveria temer “diante deles”.

 

  1. 9 - Deus os supriria em sua necessidade.

 

- Promessa de ajuda a falar (Nabhi)

 

  1. 10 - Dois aspectos de seu ministério:

 

- Positivo - edificar e plantar

 

- Negativo - “arrancares” e “derrubares”.

 

- Linguagem de agricultura e arquitetura.

 

  1. 11, 12 - Em hebraico o verbo acordar ou velar é shaked e é a mesma palavra para amendoeira, porque ela era a primeira árvore a acordar (brotar) na primavera.

 

- Deus está dizendo neste texto que Ele está acordado para fazer cumprir Sua palavra

 

- Um trocadilho que Deus faz. Tudo que profetizasse se cumpriria.

 

  1. 13, 14 - No hebraico literalmente: “panela soprada”.

 

- Indica que os babilônios (vento) vem do norte e o fogo faz a panela (povo de Deus) virar mais para o Sul, onde é derramado seu conteúdo (juízo).

 

  1. 15 - ação divina

 

  1. 16 - afastamento de Deus

 

  1. 17 - “cinge os teus lombos”

 

- Preparar-se para a missão, prontidão.

 

  1. 18 - Um ministério “contra”:

 

- País

 

- Reis de Judá

 

- Seus príncipes

 

- Seus sacerdotes

 

- Seu povo

 

  1. 19 - Deus lhe prometeu Sua presença durante todo seu ministério.

 

 

 

Capítulo 13

 

Antes - 11:18-23

 

Contexto - V. 6

 

Volta a Anatote do V. 18 em diante

 

  1. 19 - “árvore com o seu fruto...”

 

- árvore - Jeremias e obra

 

- Ele não era casado, nem tinha filhos

 

  1. 20 - exclamação imprecatória

 

- Comum nos Salmos

 

  1. 21 - Identifica os inimigos:

 

- Homens de Anatote

 

- Não queriam profetas do Senhor em seu meio

 

- Estavam longe de Deus.

 

  1. 22, 23 - Todo o mal e pior que queriam realizar contra Jeremias cairia sobre eles.

 

Agora capítulo 13

 

  1. 1 - “cinto” - mal traduzido

 

- No original - roupa íntima bem ligada ao corpo; ceroula, bermudão íntimo.

 

  1. 4 - “Eufrates” - polêmico.

 

- O grande rio ficava longe dali (c. 500, 600 km.)

 

- Havia na região, uma cidadezinha com este nome.

 

- Não é importante, não altera a lição.

 

  1. 7 - Longe de Deus o povo “apodreceu”

 

- “cinto” ou roupa íntima - povo bem junto a Sí

 

- “apodreceu” - apostasia.

 

Capítulo 18

 

Deus ensinava o profeta através de ilustrações.

 

Algumas eram dadas para serem vistas pelo público, ou através deste, como no caso.

 

O vaso do oleiro

 

  1. 7-10 - princípio da condicionalidade

 

  1. 11 - “mal” - calamidade. No caso, babilônicos

 

  1. 7 - “arrancar” V. 9 - “edificar”

 

  - “derrubar” “plantar

 

  - “destruir”

 

 

 

Duplo Aspecto do Ministério de Jeremias (1:10)

 

Invasões Babilônicas:

 

1a. - 605

 

2a. - 597

 

3a. - 586

 

 

 

Capítulo 29

 

  1. 2 - “depois... rei Jeconias...” (Joaquim)

 

- depois de 597 a.C.

 

  1. 11 - “pensamentos” = “planos”

 

- Antes Seus planos eram de mal, agora são de paz, pois o mal (cativeiro) já tinha a vindo.

 

- Cartas ao pessoal de Babilônia.

 

 

 

Capítulo 16

 

Ordem dura: não ter família

 

Diz porque: vv. 3, 4

 

Jeremias teve a infelicidade de, além de anunciar, presenciar o cativeiro. Começou 627, a primeira invasão de Nabucodonosor 605, a segunda 597, a última 586, e Jeremias ainda estava ativo.

 

Capítulo 7

 

O capítulo 7 é o mesmo que o 26 (mesma versão), só que é mais completo.

 

  1. 4 -  confiavam porque o t. está ali

 

  1. 8-11 - Hipocrisia de Judá - como em Isaías 1.

 

- “Covil” - esconderijo, refúgio entre um crime e outro.

 

  1. 12 - Silo (não Silo)

 

- Ficava 15 Km. ao norte de Betel. O tabernáculo permaneceu ali no tempo dos juízes. E foi destruído pelos filisteus nos dias de Eli. II Sam. 4; Sal. 78:60, 61.

 

- Jeremias compara com um fato histórico judeu mesmo.

 

  1. 13 - Deus chama, chama e o povo não atende.

 

  1. 14 - Como obrou em Silo, obraria neles

 

  1. 16 - Situação crítica do povo. 11:14; 14:11

 

  1. 18 - deusa Astarte “deusa do céu”

 

  1. 19 - A idolatria lhes prejudica (não a Deus)

 

  1. 21 - Deus está ironizando.

 

- Ofereciam ofertas em estar com o coração naquilo.

 

  1. 22, 23 - Deus não pode acatar oferta sem arrependimento. Prefere o carinho e amor (obediência) do que os sacrifícios.

 

- Porque Deus trabalha com alguém que Ele sabe que vai se perder?

 

- Para que diante do juízo, a pessoa não passa a alegar que Deus é injusto.

 

- Então Deus trabalha com uma pessoa como se ela fosse se salvar.

 

- G.C. - Todos que vivem para sempre e todos que morrem para sempre terão uma certeza: Deus é justo. Fez Sua parte para salvar.

 

- Esta é uma garantia de que o mau não se levantaria novamente.

 

  1. 29 - Isto era um sinal de desgraça e lamentação.

 

- Jó 1:20; Miq. 1:16

 

- Também acontecia quando um nazireu se contaminava ou quando terminava seu povo.

 

  1. 30 - II Reis 21:4

 

  1. 31 - Tofete = tambor

 

- Usado no ritual de Moloque.

 

- Filho de Hinom ( Antigo dono )- Ben-Hinom

 

- Ezequias

 

- Manassés ( 55 anos de reinado ímpio )

 

- Amon

 

- Josias - queimou ossos humanos, tornando imundo aquele lugar.

 

  1. 32 - Vale da matança;

 

Quando chegassem os babilônicos.

 

 

 

Capítulo 36

 

  1. 1 - Ano 604 a.C.

 

- Fazia um ano da invasão de Nabucodonozor a Judá.

 

  1. 2 - A primeira vez que o Senhor lhe falou - 627 a.C., mas agora era 604 a.C., isto significa que já haviam passado 23 anos.

 

Só agora passou a escrever. Antes era de modo oral.

 

V.3 - OBJETIVO DO LIVRO : conversão

 

- “Talvez” - mais uma maneira de Deus se aproximar e dar ao povo nova chance.

 

  1. 4 - Jeremias - autor (ditou)

 

        - Baruque - escritor

 

  1. 5 - Jeremias estava encarcerado.(não em prisão)

 

  1. 6 - Leitura pública do livro de Jeremias.

 

  1. 7 - Objetivo repetido - “Pode ser...”

 

  1. 8 - Baruque / Obedeceu

 

  1. 9 - ano 603 a.C. - um ano depois

 

  1. 10 - Leitura no TemploTemplo - feita na Câmara de Gemarias, lugar por onde todos passavam.

 

  1. 11, 12 - Micaías informa o rei disto.

 

  1. 13 - Ídem

 

  1. 14, 15 - Baruque é chamado a ler perante os príncipes.

 

  1. 16 - Falaram ao rei do rolo (livro)

 

  1. 19 - Mandaram  os príncipes que Baruque e Jeremias se esconderem porque a leitura causaria a ira do rei.

 

  1. 20 - Os príncipes leram para o rei.

 

  1. 23 - Duas Idéias:

 

- Depois de lido, cortou e queimou

 

- À medida que lia, ia cortando e queimando

 

- Desprezou a palavra de Deus.

 

  1. 24 - Os príncipes antes sentiram algum temor.

 

- Porém agora se uniram ao rei no desprezo.

 

  1. 25 - Alguns oficiais tementes

 

  1. 26 - Ordem real para prender Baruque e Jeremias

 

- Deus os escondeu

 

  1. 27 - De novo o Senhor aparece a Jeremias

 

  1. 28 - Nova ordem para reescrever o livro que o rei queimara

 

  1. 29-31 - Palavras de Deus ao ímpio rei e à sua casa

 

  1. 32 - Jeremias obedece e dita tudo de novo a Baruque, com mais palavras ainda.

 

 

 

Capítulo 38

 

Zedequias - foi um rei fraquinho

 

  - quem mandava eram o príncipes

 

  - foi o último rei de Judá

 

Jeremias - preso na cisterna

 

- liberto por um etíope eunuco, Ebede-Meleque (intercede junto ao rei), para quem há uma profecia de recompensa (39:17, 18).

 

 

 

Capítulo 45

 

Sobre o secretário Baruque

 

Ele sofria com a situação

 

V.5 u.p. - Promessa de recompensa a Baruque , semelhante a de Ebede-Meleque.

 

 

 

10 - Lamentações

 

Ano: 586

 

Estilo: Poético 100% e também profético.

 

Poesia melancólica com 5 lamentos, comum na época, frente a alguma calamidade.

 

Viu a destruição. Os babilônicos tinham dizimado tudo. Cadáveres insepultos; fumaça, destruição.

 

Os primeiros capítulos são acrósticos (1 e 2)

 

Capítulo 1 - 1 lebra (alfabeto hebraico) para 3 versos da Bíblia

 

Capítulo 2 - Idem

 

Capítulo 3 - Cada três versos, uma letra do alfabeto.

 

Tema: Sofrimento nacional causado pelo fim da vida comunitária de Judá.

 

O livro mostra que a tragédia poderia ter sido evitada, mas mostra também o fiel cumprimento das ameaças de Deus anunciadas pelo profeta.

 

Capítulos:

 

- 1:1, 8, 19

 

- 2:13, 14, 15, 17

 

- 3:1, 21-25, (reincidência palavra “esperar”), 31, 40.

 

- 4:1, 4, 6, 9, 10, 13

 

- 5:19, 21, 23 - Pede o favor de Deus novamente.

 

 

 

11 - Joel (c. 620?)

 

Nome: “O Senhor é Deus”

 

Contemporâneo de Jeremias: Pouquíssimas informações pessoais de Joel.

 

O que chama atenção: Uma grande praga de gafanhotos ocorrida recentemente.

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 4 - Os rabinos em seus escritos diziam que havia 800 espécies de gafanhotos.

 

- Teorias a respeito de gafanhotos:

 

 

símbolo 140 \f "Wingdings" \s 12

 Quatro tipos de gafanhotos

 

 

símbolo 141 \f "Wingdings" \s 12

 Quatro estágios de crescimento de um tipo

 

 

símbolo 142 \f "Wingdings" \s 12

 O profeta emprega a palavra comum para gafanhoto e a seguir três equivalentes poéticos (todos sinônimos).

 

- Revista: Globo Ciência, Abril/94.

 

- A idéia de vários enxames que vêm vindo e destruindo o que os outros deixaram.

 

- Praga de gafanhotos fazia parte dos juízos de Deus anunciados por Moisés:

 

- Deut. 28:38, 39, 42

 

  1. 1 - Só fala que é filho de Petuel, mais nada.

 

- É o livro mais difícil de datar, pois  não menciona nenhum rei.

 

- O livro gira em torno de uma assombrosa praga de gafanhotos.

 

- Quando a nuvem é grande, chega a escurecer o céu. Onde pousam, não sobra nada.

 

- Joel fala de uma praga recente.

 

- Eles representam os exércitos de Babilônia.

 

- Joel usa o gafanhoto como figura de um exército muito pior - os babilônicos.

 

  1. 6 - “Povo”

 

- Mistura as duas idéias: gafanhotos/babilônicos

 

  1. 8 - “Virgem” = noiva, que fica viúva

 

- Lamento profundo pela expectativa da fome.

 

  1. 10 - A praga é seguida por uma grande sentença

 

  1. 13, 14 - Quatro passos:

 

 

símbolo 129 \f "Wingdings" \s 12

 Demonstração de humildade - arrependimento

 

Não tinha nem o que oferecer a Deus (V. 9)

 

 

símbolo 130 \f "Wingdings" \s 12

 Separar (santificar) um dia solene de jejum

 

 

símbolo 131 \f "Wingdings" \s 12

 Reunir todos junto ao TemploTemplo

 

 

símbolo 132 \f "Wingdings" \s 12

 Clamar a Deus por livramento.

 

  1. 15 - “dia do Senhor”

 

- A praga de gafanhotos era uma figura da destruição que seria causada pelos exércitos inimigos que em breve viriam sobre o povo de Deus.

 

- Usa esta figura para apontar algo futuro.

 

  1. 16 - Não há mais alegria em ir à casa do Senhor

 

  1. 19 - Fogo mesmo ou seca

 

  1. 17-20 - E.G.W., os usa em relação à quarta praga do Apocalipse (sol ardente) - Sensus Plenior - G.C., 627.

 

Capítulo 2

 

  1. 1 - Trombeta no povo de Deus.

 

- Duas situações:

 

1 - Anúncio de guerra.

 

Era tocada de um jeito especial já combinado.

 

2 - Convocação, em geral, para o TemploTemplo

 

Tocava-se de um outro jeito especial.

 

- Aqui tem a ver com a primeira situação:

 

- Oséias 5:8; Jer. 6:1; I Cor. 14:8.

 

  1. 2 - Continua o “dia do Senhor”

 

- Trevas e escuridão = miséria, calamidades:

 

- Isa. 8:22; 60:2; Amós 5:18; Sof. 1:15

 

- “Alva” - é súbita e geral; assim será a nação que virá.

 

  1. 3 - O profeta mistura as duas linguagens:

 

- Gafanhotos e babilônicos.

 

- As mordidinhas dos gafanhotos fazem barulho de queimada, como quando a chama se consome.

 

  1. 4 - Os italianos chamam os gafanhotos  de cavalete (cavalinho)

 

- Os alemães de cavalo de feno (devido à cabeça)

 

- Esta é a idéia da Bíblia.

 

- Êxo. 10:12-19; 3-6

 

- Oitava praga sobre o Egito.

 

  1. 10 - Pela quantidade a terra parecia tremer e o céu se abalar.

 

  1. 12-17 - O que o povo deve fazer? - Envolve conversão.

 

- “Voltai” - mesma palavra para conservam.

 

  1. 15 - “Tocai a trombeta em Sião...”

 

- Idéia de convocação. Povo: anciãos, filhinhos, bebês, noivos.

 

  1. 16 - As alegrias pessoais e individuais devem dar preferência aos interesses da comunidade. Num acaso assim tão grave - Deut. 24:5

 

  1. 17 - Oração dos sacerdotes convertidos.

 

- E.G.W., usa para o preparo do povo de Deus para o segundo advento

 

- G.C., 309; P.R., 627.

 

  1. 12-17 - Convite ao arrependimento

 

  1. 18-27 - Promessas de bênçãos materiais

 

  1. 28-32 - Promessas de bênçãos espirituais

 

- As duas últimas são condicionais à primeira.

 

  1. 15, 18 - Outro caso bem parecido - II Cro. 20 (exemplo prático)

 

- Atitude do povo

 

- Resposta do Senhor.

 

  1. 20 - “vem do norte” - não especifica

 

- “dois mares” - Ocidental (Mediterrâneo) e Oriental (Mar Morto)

 

- Referência literal à praga de gafanhotos

 

- Os mares federiam com os gafanhotos apodrecendo dentro deles.

 

  1. 23 - “chuva” - literal

 

- Haviam tido seca, agora com sua conversão, Deus lhes abençoaria com a chuva (temporã e serôdia).

 

  1. 24 - “Eira” - feita em cima do monte. Local plano, cercado por terra. Ali colocavam o cereal. Os bois os trilhavam, depois o homem ia lá com o garfão e jogava para cima. O vento mandava a palha embora.

 

- “Lagar” - Idéia de fartura

 

  1. 25 - A praga não durava anos, mas os efeitos sim. Deus reverteria isto.

 

- Eram instrumentos de Deus.

 

  1. 28 - “E acontecerá depois...”

 

- depois - do arrependimento (coletivo e individual)

 

- E. White aplica assim “toda carne”: só homens; só o povo de Deus arrependido.

 

- “Profetizarão”

 

- “Sonharão”

 

- “Terão visões” - Núm. 12:6 (dom em destaque: Profecia)

 

- Idéia de que muitos teriam este dom. Mensagem especial para um tempo especial.

 

- Não é algo que tenha que ser necessariamente para sempre, pode ser ocasional como com Jaaziel (II Cro. 20).

 

- Pregar a palavra. Isto é que alimenta.

 

- O texto fala que o Espírito será dado sem distinção de Idade, Seco ou Posição Social.

 

  1. 20, 31 - Sinais para indicar mais ou menos a época: Tempo.

 

- Já aconteceram

 

- Crê-se que ocorrerá novamente pertinho da volta de Jesus.

 

- P.P., 108 - cita Atos 2:19, em relação à volta de Cristo e no contexto de fogo brotando da terra ainda em conseqüência do dilúvio.

 

  1. 31 - G.C., 307 - Dia escuro já ocorrido - 19/05/1780.

 

  1. 32 - Objetivo final do dom:

 

- Salvação, pessoas se convertendo

 

- Com o dom há a proclamação e com esta a conversão

 

- Esta última seção foi parcialmente cumprida no Pentecostes.

 

 

 

Capítulo 3

 

Ter em mente o plano centrípeto

 

Este capítulo é reinterpretado (Novo Testamento) em referência à 2a e 3a vinda de Jesus Cristo.

 

Estas profecias nunca se cumpriram para Israel como nação. Deverão se cumprir em suas linhas gerais, não nas minúcias, com a Igreja Cristã.

 

- Ezeq. 38, 39

 

- Miq. 4:11-13

 

- Apoc. 20:7-9

 

  1. 1 - Após o cativeiro - “naqueles dias...”

 

  1. 2 - Vale de Josafá (Jeová Salva)

 

- Difícil de identificar. Uma idéia:

 

- Ficava próximo de Jerusalém e talvez fosse o vale de Cedrom, entre Jerusalém e o Monte das Oliveiras.

 

- O profeta pode estar pensando em II Cro. 20

 

- O objetivo desta reunião: Juízo. No caso executivo. Deus executará juízo sobre as nações que oprimiram Seu povo.

 

  1. 3 - Quando essas nações venciam o povo de Deus, chegavam a trocar criancinhas por qualquer coisa.

 

  1. 4 - Mencionava algumas nações:

 

- Fenícia - Tiro e Sidom

 

- Filístia

 

- As duas à beira do Mar mediterrâneo.

 

  1. 5 - Menciona os pecados dessas nações

 

  1. 7 - O que Deus faria com elas

 

  1. 8 - “Sabeus” - povo da Rainha de Sabá

 

  1. 10 - Fabricar armas de guerra com as ferramentas de trabalho

 

- (Isa. 2:4 e Miq. 4:3 - contrário).

 

  1. 11 - u.p. - oração do profeta

 

- “Ó Senhor, faça descer os teus valentes...”

 

  1. 12 - O objetivo de Deus ao reunir as nações e julgá-las. Juízo executivo contra elas. Na verdade, estas nações achavam que estavam vindo porque queriam. Tinham o plano delas de vir e destruir o povo de Deus e se apossar de seus tesouros. Porém, Deus é que está por trás disto para destruí-las.

 

 

 

  1. 13 - Apoc. 14:15-20.

 

- Seara - Cereal - Santos

 

- Vindima - Uva - Ímpios

 

Joel 3:13:

 

- Seara - Cereal

 

- Vindima - Uva

 

- Os dois dá a idéia de ímpios.

 

  1. 14 - Deus toma a decisão e agora vai executá-la.

 

- Vale de Josafá - Vale da decisão

 

- “Dia do Senhor” - Juízo.

 

  1. 15 - Nunca se cumpriu com Israel. Só na Igreja Cristã.

 

  1. 16 - “...brama”

 

- Leão - mesma figura de outros profetas

 

  1. 17 - Deus habitando com Seu povo (Sião)

 

- Nunca mais seria invadida e pilhada.

 

  1. 18 - Idéia de fartura

 

- “Uma fonte”... - um rio da vida na Nova Terra

 

- Vale de Sitim - região muito seca, perto de Moabe

 

  1. 19 - Egito

 

    - Edom

 

- Os comentaristas crêem que foram os piores inimigos do povo de Deus

 

- Deus os puniria por sua violência para com o povo de Deus.

 

  1. 20 - Jerusalém permaneceria para sempre

 

- O povo de Deus nunca cairá

 

  1. 21 - Absolver

 

    - Libertar

 

    - Purificar

 

    - A culpa de Judá, aqui representada pelo sangue, seria quitada

 

    - Isa. 1:15; 4:4.

 

Zacarias 12:13, 14:

 

Diferença do que vai ocorrer após o milênio. Ali Deus intervirá diretamente e no Antigo Testamento, Deus usaria Seu povo para fazer juízo.

 

 

 

12 - Ezequiel (592-c.570 a.C.)

 

Nome: “Deus fortalece”

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 2 - 2a. 5o. Ano do exílio do rei Joaquim

 

- O cativeiro de Joaquim começou em 597. O quinto ano dá em 592.

 

  1. 1 - “Trigésimo ano” - Difícil de Saber. Pode ser:

 

(1) Idade do profeta

 

(2) O 30o. ano da descoberta da lei que impulsionou a reforma sob o rei Josias. II Reis 22:3-8.

 

Profetas Maiores:

 

Jeremias (em Judá

 

Daniel (em Babilônia)

 

Ezequiel (entre os cativos - Babilônia)

 

- Daniel e Ezequiel são contemporâneos.

 

Teofania - aparição espetacular de Deus. Ex.:

 

- Moisés na sarça/na rocha

 

- No Sinai

 

- Aqui em Ezequiel

 

- Isaías

 

- Paulo (Damasco)

 

- João (Apocalipse)

 

- Deus vem numa carruagem para chamar Ezequiel.

 

  1. 3 - Ezequiel era da linhagem sacerdotal.

 

- Visão difícil de ser ilustrada

 

  1. 28 - Último verso do capítulo 1, fala que ele estava vendo a “Glória do Senhor”.

 

  1. 4 - Última linha - “Metal Brilhante” -

 

- âmbar - resina fóssil amarela, semi transparente (algo amarelo brilhante)

 

- electron - liga de ouro e prata

 

  1. 26 - “firmamento” - plataforma onde estava o trono móvel. (idéia original).

 

  1. 27 - “Metal brilhante” - Querah = gelo - lembra o mar de vidro - Apoc. 4 (mesmo quadro).

 

- Em Ezequiel, os anjos tem 4 asas

 

- Em Apocalipse, tem 6 asas

 

- Em Isaías, os serafins tem 6 asas

 

  1. 28 - E.G. White - “O Senhor tem dado estas revelações de Sua glória para que os homens fiquem profundamente impressionados com a santidade do serviço divino. A mente tem recebido impressões com força solene para mostrar que Deus é Deus e que não tem perdido sua glória - SDABC, IV, 1182.

 

- Esta é a primeira vez que Deus estava com o profeta

 

 

 

Capítulo 2

 

  1. 1 - “Filho do homem”

 

- Hebraismo, que enfatiza a insignificância ou mera humanidade, no caso de Ezequiel

 

- Aparece mais de 90 vezes neste livro

 

- Equivale à expressão “homem”

 

-

símbolo 42 \f "Symbol" \s 12

 O chamado de Ezequiel.

 

  1. 3 - “Nações rebeldes” - povo de Deus cativo

 

- Seu ministério seria entre os cativos

 

  1. 6 - Parecido com o que disse a Jeremias

 

  1. 8 - O povo pode ouvir ou não; o profeta deve ouvir ao Senhor

 

  1. 9 - “rolo”- escrito por dentro e por fora

 

 

 

Capítulo 3

 

- Divisão Artificial

 

  1. 1-8 - “comer o rolo”

 

- Aceito e assimilado pelo povo

 

- Receber (doce) - após receber deveria passar ao povo (duro, amargo)

 

- O povo não escutaria, nem aceitaria

 

  1. 9 - “Pederneira”- pedra dura

 

- Deus o faria duro, como o povo a quem o enviava

 

- Não temeria

 

  1. 12 - Como João no Apocalipse 1

 

  1. 13 - Visão e audição

 

  1. 14 - Amargura

 

- Receber a mensagem de Deus era doce.

 

- Pregar ao povo era amargo.

 

  1. 14 - “amargura

 

  - “excitação/indignação”

 

  - “atônito”

 

O profeta está amargurado pela revelação do fracasso de sua missão (3:7), devido à rebeldia do povo.

 

O chamado que fora tão doce (3:3) tornou-se amargo.

 

  1. 16 - Deus na Sua paciência esperou a reação negativa do profeta diante do seu encargo, até que lhe vem novamente e lhe dá uma advertência. Sete dias Deus esperou.

 

  1. 17 - Advertência

 

- “Atalaia” - vigia em cima do muro

 

- Trabalho básico do profeta: ouvir de Deus; falar ao povo.

 

  1. 18 - Irmã White aplica ao ministro hoje.

 

- Ezequiel não precisava ficar “atônito” pelo fracasso que teria, contanto que fizesse o ministério a que Deus lhe chamara

 

- Fazer a sua parte

 

  1. 20 - “eu puser diante dele um tropeço”

 

- Deus põe tropeço na estrada das pessoas?

 

Palavra hebraica: Miksôl (ocasião para tropeçar) = Skandalon

 

- Literal e figuradamente

 

- Traz a idéia de que Deus deixa oportunidades para o pecado no caminho dos homens; se quiserem pecar, poderão fazê-lo e neste caso merecerão a condenação.

 

- Ação direta/permissão

 

- Nós diferenciamos em nossa língua; os hebreus não. O que Deus permite é como/igual quando age diretamente.

 

  1. 25 - “Porão cordas sobre ti, e te ligarão...”

 

R.S.V. - “Cordas serão postas sobre ti, e serás ligado com elas...”

 

- Possivelmente aqui seja sentido figurado, mostrando que a reação do povo seria tal que como cordas dificultaria a missão do profeta.

 

  1. 26 - 24:27; 29:21; 33:22

 

- Ele só falava quando Deus dava uma revelação.

 

 

 

 

 

Capítulo 8

 

Percebe-se que Deus está se afastando de Seu povo.

 

- 9:3

 

- 10:4, 48

 

- 11:23 - Deus indo em direção ao Oriente, onde fica a Babilônia.

 

     - Deus está saindo do território de Judá (onde ficaram os figos podres) e indo para Seus filhos no cativeiro.

 

- 43:2-5 - Mas no fim do livro, profecia do retorno de Deus para Seu povo

 

- Estudo dirigido - Caps. 8-10.

 

 

 

Capítulo 24

 

  1. 1 - (II Re. 25:1) - dia 10

 

   - mês 10

 

   - ano 09

 

  1. 15 - Deus lhe vem

 

  1. 16-24 - O ocorrido com Ezequiel serviria de sinal

 

  1. 21 - Assim como Ezequiel perdeu sua mulher, o deleite de seus olhos, o povo perderia o TemploTemplo, que era seu deleite.

 

  1. 24 - Um ano após a cidade caiu (Jerusalém)

 

  1. 27 - Ezequiel ficou mudo muito tempo. Antes da destruição de Jerusalém estaria mudo, falaria normal após receber a notícia da queda.

 

 

 

- Estudo dirigido - cap. 37

 

 

 

13 - Obadias (c. 586)

 

Menor livro do Antigo Testamento

 

Nome: Servo do Senhor

 

Tema: Destruição que virá sobre Edom, por sua cruel atitude contra Judá em tempo de crise e o triunfo final do povo de Deus.

 

Não menciona rei, nem acontecimentos marcantes, difícil de datar

 

Profecia de castigo sobre Edom

 

Obadias não é citado no Novo Testamento.

 

  1. 1 - Revelação através de visão.

 

- Nações que vem contra Edom

 

- Gên. 25:30 - identifica Edom (Esaú) com vermelho

 

- Gên. 36:1-6 - Jacó ficou e Esaú (Edom) foi para o monte Seir, que se tornou terra de Edom.

 

  1. 3 - Primeiro pecado a condenar: soberba: (orgulho)

 

  1. 3 - “Habitas nas fendas das rochas...”

 

- Rocha é a tradução de Sela, capital dos edomeus (edomitas). quando os nebateus (povo de Nebaiote) a capturaram, deram o nome de Petra. Ficava uns 90 Km. ao sul do Mar Morto; media 1600 x 800 m. Esta conquista foi no ano 300 a.C. Os antigos habitantes do lugar (Monte Seir), os horeus, eram cavernículas e foram desapossados pelos edomitas.

 

- Gên. 36:1-9; 14:6 ; Deut. 2:12,22

 

- Assim os edomitas moravam em cavernas e moradias talhadas nas rochas.

 

- Sul do Mar morto

 

- Primeiro habitado por horeus

 

- Depois pelos edomitas (Esaú foi para lá com a família)

 

- Por fim Nebateus - 300 anos após Obadias

 

- Os Edomitas se julgavam invulneráveis por causa da fortaleza do Monte Seir.

 

  1. 4 - Jó 39:27-28

 

- Lembra: - Satanás,

 

 - Ida à Lua

 

 - U.S.A.

 

- Mas nada disso tem no contexto.

 

Abraão

 

 

 

Isaque

 

Ismael

 

 

 

Jacó - Esaú

 

Nebaiote

 

 

 

 

 

  1. 7 - Os nebateus, eram descendentes de Nabaiote, filho de Ismael e cunhado de Esaú - Gên. 25:13; 28:9

 

- Eles violaram seu pacto e expulsaram os idumeus para fora de sua terra. (Como Obadias profetizou, ocorreu)

 

  1. 8 - Os idumeus (edomitas) eram famosos por sua sabedoria

 

  1. 10 - segundo motivo do castigo:

 

- Violência contra o povo de Deus a favor dos caldeus

 

  1. 11 - Passa a mencionar o que fizeram contra seus parentes judeus

 

- “Não devias...”; “nem...” ajudar os inimigos caldeus - expressões que se repetem.

 

  1. 15 - “Dia do Senhor” - juízo sobre Edom

 

  1. 16 - Judas Macabeus derrotou e devastou os idumeus (I Mac. 5:3) e João Hircanus o subjugou completamente meio século depois.

 

- Macabeus, c. 170, sob o domínio romano, perderam sua nacionalidade e foram exterminados como nação.

 

- Edomitas foram aniquilados, dizimados como nação.

 

- “Como se nunca tivessem sido...”

 

- E. White a usa quando descreve a completa destruição dos ímpios (sensus plenior)

 

  1. 17-21 - Parte positiva para o povo de Deus

 

- Monte Sião - Monte Seir

 

- Povo de Deus - Povo Edomita

 

  1. 18 - Deus usaria Seu povo para destruir os edomitas (Macabeus e hircanus)

 

  1. 19-20 - Mencionam a expansão do povo de Deus em todas as direções. Alguns crêem que isto se cumpriu no 2o. século a.C., com os Macabeus.

 

- “Neguebe” - Sul

 

  1. 21 - Os salvadores julgam

 

- Os juízes (salvadores) davam libertação ao povo.

 

14 - Ageu (520 a.C.)

 

Muito bem datado

 

Conteúdo aceito por praticamente todos

 

Nome: festivo

 

- Porque? Idéias

 

(1) - Nasce em dia de festa hebréia

 

(2) - Os pais, lá no cativeiro babilônico, sendo fiéis, olhavam para o futuro e vislumbravam aquele dia festivo em que voltaria para sua terra.

 

Em 539, Ciro, comandando um poderoso exército, venceu Babilônia e então Dario começou a reinar sendo já bastante idoso.

 

Em 537, Dario morreu e então Ciro tornou-se rei em seu lugar. Logo fez um decreto dando liberdade aos judeus de voltarem para sua terra e reconstruírem Jerusalém - Esdras 1

 

Em 536, o primeiro grupo chegou do exílio (Esd. 2:1, 2) e reconstruiu o altar (Esd. 3:1 e 2). Aqui terminou os 70 anos do cativeiro babilônico.

 

Em 535, começaram a reconstruir o Templotemplo (Esd. 3:8-13) e alguns choraram de alegria e outros de tristeza.

 

Nos anos seguintes, a oposição dos inimigos aumentou e os ânimos dos edificadores diminuiu (Esd. 4). O trabalho arrastou-se lentamente até que “por mais de um ano o TemploTemplo foi negligenciado e quase abandonado” (P.R., 573). Foi aí que Deus suscitou Ageu e Zacarias para estimular o povo a reconstrução do Templotemplo (Ed. 5:1, 2)

 

Em 516, o Templo foi concluído (Ed. 6:14, 15)

 

Ageu era idoso. Zacarias, jovem, começou cerca de 2 meses após Ageu.

 

Fora Jonas, Ageu foi o profeta de mais sucesso no Antigo testamento, apesar de um ministério curto.

 

Para entender Ageu e Zacarias, precisa entender Esdras, que narra a parte histórica.

 

 

 

Capítulo 1 (primeira mensagem - mês 6)

 

  1. 1 - Os 50 mil que voltaram a Jerusalém, tinham dois líderes:

 

1 - Zorobabel, líder civil, de família real.

 

Caso Judá fosse nação, ele é que seria o rei; porém, agora era só uma província.

 

2 - Josué, líder religioso, descendente de Arão. Josué era sumo sacerdote

 

Uma das poucas vezes que havia uma ótima liderança civil e religiosa. Tudo tinha para dar certo.

 

  1. 8 - Conselho do Senhor: “Trabalhem na minha casa”

 

  1. 5 - Passado recente, de 536 para cá (520 - Ageu)

 

  1. 9 - Não tem a bênção porque retinham o que deviam dar a Deus.

 

Ageu é um livro muito bom para hoje incentivar a igreja à liberalidade para com a igreja no sentido de construção, ofertas, etc...

 

  1. 1 - Dia primeiro, Ageu deu a mensagem

 

  1. 15 - Dia 24, todos já estavam trabalhando.

 

 

 

Capítulo 2

 

Segunda mensagem (mês sete)

 

  1. 3 - O Templotemplo de Zorobabel foi erigido no mesmo local que o de Salomão

 

  1. 5 - A aliança do Senhor não havia terminado, apesar de o povo ter se afastado, Ele continua fiel.

 

  1. 7 - “... o Desejado de todas as nações virá...”

 

- No ano 19 a.C., Herodes, o grande, começou a reformar este mesmo Templotemplo que só ficou pronto no ano 64 d.C.

 

- Foi no pátio deste Templotemplo de Herodes que Jesus pregou e ensinou. aqui se cumpriu,

 

 

 

 

 

 

 

- De Moisés a Salomão: Tabernáculo

 

Tabernáculo- Salomão : Templo de Salomão

 

 

 

Salomão

 

Templo de Salomão - (destruído em 586 a.C.)

 

 

 

Zorobabel

 

Templo de Zorobabel - (remodelado por Herodes a partir de 19 a.C.

 

 

 

Herodes

 

(o Grande. Pai de uma família que não prestava. De sangue idumeu (Esaú) - edomitas)

 

Templo de Herodes - (destruído em 70 d.C.)

 

 

 

 

 

  1. 7 - Ed. Contemporânea - “D.T.N.”: Messiânica

 

- Atualizada - “Coisas preciosas”: Não Messiânica

 

- Plano centrípeto: Israel encabeçaria e atrairia as nações

 

  1. 8 - Deus não se preocupa com riqueza. Todas a Ele pertencem

 

  1. 9 - “Glória” - espiritual

 

- Não visível, não o esplendor da construção.

 

  1. 10 - Terceira mensagem (Mês nove)

 

  1. 7 - Ed. Rev. e Atual.:

 

- “Coisas preciosas de todas as nações...”

 

- Quando Herodes trouxe de volta a glória do Templotemplo que foi remodelado com material recoltado de muitas ou todas as nações.

 

  1. 11-14 - Algo imundo não se torna santo com o contato de coisas santas. Coisas santas ficam imundas com o contato de algo imundo.

 

  1. 15-19 - Deus promete abençoá-los

 

 

 

  1. 20-23 - Quarta mensagem (idem à terceira)

 

- Exclusiva a Zorobabel, líder civil

 

- Muitos estudiosos vêem nesta profecia uma profecia messiânica, onde Zorobabel é tipo do messias.

 

 

 

  1. 23 - “Anel de selar”

 

- Em Jer. 22:24 - fora dada uma mensagem oposta a esta ao avô de Zorobabel Joaquim (Jeconias), em 597 a.C. Agora 77 anos depois àquela sentença de rejeição é a anulada e Deus diz a Zorobabel que o escolheu e o considera Seu servo.

 

- Possivelmente seja uma profecia messiânica, em que Zorobabel representa Cristo, que é seu descendente - Mat. 1:12.

 

- Pelo que indica - ministério curto.

 

 

 

Lições do Livro de Ageu

 

1 - Os profetas são usados por Deus, não somente para repreender o pecado, mas para encorajar o povo e dar-lhes esperança

 

2 - A vontade e a obra de Deus devem ter prioridade em nossa vida. (Ageu foi usado para lembrar o povo disto: primeiro o Templotemplo)

 

3 - O pessimismo é contagioso; o otimismo também. (Os velhos durante a construção, comparando com o Templotemplo de Salomão).

 

4 - Os muitos trabalhos, atividades e correrias da vida sem a bênção de Deus não são realmente proveitosos.

 

5 - Quando nos dispomos a fazer a vontade de Deus, há um novo começo em nossa vida. O futuro já começou.

 

6 - Quando Deus nos pede algo e há dificuldades, aparentemente intransponíveis no caminho, devemos agir com fé e no momento necessário as dificuldades serão superadas.

 

7 - Jesus Cristo é o Desejado de todas as nações.

 

Em todas as tribos, línguas, povos e nações da terra, há pessoas que O desejarão e se salvarão. Mas a pergunta importante é:

 

- É Ele o Meu Desejado?

 

 

 

15 - Zacarias (C. 520 - c. 518)

 

Começou seu ministério dois meses depois de Ageu, no 8º mês do 2º ano de Dario.

 

* Esd. 5:1,2

 

Nome: “Deus se lembra”

 

Cap. 2:4 - Chamado de jovem

 

   1:1 - Apresentado como filho de Ido, (criou-o) seu avô; talvez porque seu pai morrera.

 

Sua morte: Mat. 23:34, 35 - (fala de Jesus)

 

Morto pelos judeus, segundo Mateus, entre o santuário e o altar.

 

Essa informação não combina com a época de Zacarias, pois o povo estava em construção e de bem com Deus.

 

Lucas menciona este episódio de Jesus, sem mencionar o pai de Zacarias.

 

Tudo indica que foi um outro Zacarias.

 

Na Bíblia hebraica, a ordem dos livros é diferente. O último é Crônicas (ordem cronológica).

 

O primeiro justo assassinado de Gênesis - Abel

 

O último justo assassinado de Crônicas - Zacarias, filho de Joiada - II Crô. 24:20-22.

 

Alguns estudiosos crêem que copistas posteriores trocaram o nome do pai (Joiada por Baraquias). É ilógico pensar que é Zacarias de 520 a.C.

 

“Mat. 23:34, 35” - diz que foi morto pelos judeus; mas em alguma época, neste texto de Mateus, devem ter trocado o nome de Joiada por Baraquias ou simplesmente acrescentado o nome de Baraquias. Em II Crô. 24:20-22, fala-se da morte do profeta Zacarias, filho de Joiada, por ordem do rei. Assim Jesus, o evangelho de Mateus, se referia à Abel, o primeiro morto e a Zacarias, filho de Joiada, o último. Na Bíblia hebraica, que termina com o livro de Crônicas.

 

Lucas 11:51, ao referir-se a Zacarias que foi morto não menciona o nome de seu pai. Mateus combina com Crônicas no aspecto de que em ambos aparece a idéia de que Deus cobrará a morte deste Zacarias. Assim o Zacarias morto pelos judeus não foi o autor deste livro, mas o filho de Joiada, que viveu muito tempo antes.

 

Um assassinato assim, na época da reconstrução do Templotemplo, não faz sentido. Zacarias é o livro mais longo dos profetas menores e o que mais possui profecias messiânicas.

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1 - 520 a.C.

 

  1. 2, 3 - Relembra da ira de Deus no passado e pede que o povo volte para Deus.

 

  1. 4 - O professor aconselha a não ser com seus pais, antes do cativeiro.

 

  1. 7 - 520 a.C. - 24 dias - mês 11

 

- Oito visões na mesma noite!

 

  1. 8 - Primeira visão (7 pequenas mensagens)

 

- “Murteira” - árvore que pode chegar a 10 m. De altura. Usadas folhas e suas flores brancas para fazer perfume.

 

- Os reis persas usavam cavaleiros em velozes cavalos para serem informados do que ocorria em todo o império. Deus se apresenta de modo semelhante

 

- “baios”- cinza amarelado fosco ou amarelo acizentado.

 

  1. 9 - Como aconteceu depois à Sra. White, que era assessorada por seu anjo.

 

  1. 10 - Anjos (os cavalos) - talvez com cavaleiros.

 

  1. 11 - “Anjo do Senhor”.

 

- No Antigo Testamento é o próprio Deus: Êxo. 3:2-6; Juíz. 6”11, 12, 15, 16.

 

“Desde o pecado de nossos primeiros pais, não tem havido comunicação direta entre Deus e o homem... Toda comunhão entre o Céu e a raça decaída, tem sido por meio de Cristo” - P.P. 380.

 

- Daí entendemos que as manifestações de Deus se referem a Jesus, segunda Pessoa.

 

- Idéia do verso: os anjos prestam contas ao Anjo do Senhor:

 

- “repousada e tranqüilo” - paz, porém egoísta que contrastava com a atividade de Deus em favor de Seu povo.

 

  1. 12 - Jesus intercedendo diante de Deus por Judá.

 

  1. 13 - Resposta de Deus - positiva.

 

  1. 14 - Deus lhe dá uma ordem: “Calam”

 

- “Zelo” (de Deus por Seu povo.) - ciúme (sentimento de perda; algo que era meu e estou perdendo; está deixando de ser só minha/meu) - cuidado.

 

  1. 15 - Deus está irado com as nações descansadas que os mensageiros relataram (V. 11).

 

- Deus antes Se indignara com Seu povo e o entregara à nações inimigas; porém estas abusaram (foram mais rudes e cruéis do que precisavam) e Deus os visitaria.

 

  1. 16 - Quarta e Quinta mensagens

 

  1. 17 - Sexta e sétima mensagens

 

  1. 18 - Segunda visão: “quatro chifres”.

 

 

símbolo 129 \f "Wingdings" \s 12

 Nações dos 4 cantos de Israel (N, S, L, O) que no passado acabaram prejudicando o povo de Deus.

 

 

símbolo 130 \f "Wingdings" \s 12

 Egito (cativeiro); Assíria (dest. 10 tribos), Babilônia (destruição de Judá), Pérsia (viviam aqui oprimidos

 

 

símbolo 131 \f "Wingdings" \s 12

 Quatro impérios de Daniel: Babilônia, Pérsia, Grécia, Roma.

 

  1. 20 - “Quatro ferreiros” - na Bíblia hebraica: “artesão” (trabalham com madeira, pedra, etc.)

 

  1. 21 - Os ferreiros são os instrumentos que Deus tem para vencer os chifres.

 

 

 

 

 

Aplicação:

 

Quatros chifres X

 

Quatro ferreiros

 

 

 

Inimigos

 

Instrumentos

 

 

 

Para cada inimigo, cada dificuldade, Deus tem uma solução

 

 

 

 

 

Capítulo 2

 

  1. 1 - Terceira visão

 

  1. 4 - “Jovem” - Zacarias

 

- “Sem muros” - por causa da grande multidão habitantes e animais

 

 Deus seria Sua proteção e segurança, Seu muro.

 

- “Como” - figura. Literalmente teria muro.

 

  1. 5 - “Serei... Sua glória”

 

- Em Ezequiel, a glória de Deus sai e agora volta.

 

  1. 6 - Chama o povo de volta a Judá.

 

  1. 8, 9 - Estes versos possivelmente estejam retratando a obra do Messias (Reinaria e iria contra os opressores de Seu povo).

 

  1. 12 - Único verso da Bíblia que usa a expressão “terra santa”.

 

  1. 13 - “Cale-se” - juízo.

 

 

 

Capítulo 3

 

Quarta Visão

 

Ellen G. White diz que “esta visão se aplica com especial força à experiência do povo de Deus nas cenas finais do grande dia da expiação” - P.P., 587.

 

  1. 1 - Quatro grandes homens de Deus:

 

 

símbolo 129 \f "Wingdings" \s 12

 Zorobabel

 

 

símbolo 130 \f "Wingdings" \s 12

 Josué (equivalente hebraico do grego Jesus)

 

 

símbolo 131 \f "Wingdings" \s 12

 Zacarias

 

 

símbolo 132 \f "Wingdings" \s 12

 Ageu

 

- A figura principal desta quarta visão é Josué, o sumo sacerdote.

 

- Como sacerdote, está representando o povo, confessando e buscando o perdão diante de Jesus.

 

- Três personagens: Josué - povo

 

Jesus - (anjo)

 

Satanás

 

  1. 2 - Senhor = Anjo do Senhor (repreende Satanás)

 

- “Lição... fogo”.

 

- Fogo do cativeiro Babilônico. Lembra o cativeiro do Egito (a fornalha da aflição - Deut. 4:20; Jer. 11:4/

 

- Deus os tira de lá para não serem consumidos.

 

- Ao tirar o tição, dá a idéia de um plano posterior (idéia embutida)

 

  1. 4 - Perdão garantido

 

- Isa. 61:10 (trajes de salvação)

 

  1. 5 - “turbante” - mitra que o Sumo Sacerdote usava: Êxo. 28:36-38.

 

  1. 7 - “Ordenanças” (Mismeret - heb) - referente ao ritual fixado para os sacerdotes (9x em Núm. 3).

 

- “Julgarás” - uma das funções do sumo sacerdote: Deut. 17:1-13.

 

- “Estes que aqui se encontram” - (Anjos) - V. 5.

 

  1. 8 - “Presságio” - previsão, prognóstico.

 

- Como sacerdote, serviriam então de sinal. Tipo de Cristo até que viesse.

 

- “Renovo” - profecia messiânica.

 

  1. 9 - A pedra é o Templo que seria erguido e trabalhado.

 

- Os olhos - a presença vigilante de Deus.

 

- Pode ser também uma referência à pedra fundamental do Templo.

 

“Tirarei a iniqüidade desta terra num só dia”., como tirou as vestes sujas de Josué (V. 4).

 

- Pode ser no dia da expiação ou na cruz - Jer. 10:12-14.

 

  1. 10 - Paz e segurança.

 

 

 

Capítulo 4

 

Figura principal: Zorobabel

 

Quinta visão

 

Idéia: O trabalho que eles faziam (especialmente a reconstrução do Templo), sob a liderança de Zorobabel, estava fundamentada em Deus.

 

  1. 6 - “...força... poder...”.

 

- (Hayil - força) - bravura, força de muitos

 

- Muitos lugares da Bíblia é traduzida por exército

 

- (Koah - poder) - força de um só

 

  1. 7 - “Monte” - equivale à dificuldade, que será aplainada diante de Zorobabel.

 

- Zorobabel iniciou a construção e a concluirá (colocará a “pedra de remate”) - V. 9

 

- Tudo foi feito pela graça de Deus.

 

  1. 10 - Até aqueles que desprezaram o início simples daquela reconstrução, sem muitos recursos, se alegrarão quando for colocada a “pedra escolhida” (M.J.), que é a mesma “pedra de remate” (V. 7), que é a final, a última (neste verso e ed. Traduzido por “prumo”)

 

- “Olhos - onisciência, vigilância de Deus sobre a construção do Templo. - 1:10.

 

  1. 12 - “Dois ungidos” - “filhos do óleo” = cheios

 

 

 

Várias interpretações:

 

 

símbolo 129 \f "Wingdings" \s 12

 Casti

al = povo judeu

 

Duas oliveiras (ou dois ungidos) - Josué e Zorobabel

 

 

símbolo 130 \f "Wingdings" \s 12

 Casti

al = Zorobabel; o povo, por extensão

 

Oliveiras (Ou Ungidos) = anjo de Deus

 

- T.P.M., 338, 510 (citações não claras)

 

- Idéia da Igreja Adventista do 7o Dia

 

 

símbolo 131 \f "Wingdings" \s 12

 Casti

al = Zorobabel e o povo, por extensão

 

Oliveiras (ou Ungidos) - os dois profetas

 

Esd. 5:12; 6:14

 

 

 

Capítulo 5

 

Sexta visão

 

  1. 1 - rolo voador

 

  1. 2 - c. 10 x 5m (medida grande, não havia rolo desta tam.)

 

  1. 3 - “maldição” - Alô (no original)

 

. Pecado contra o próximo: furtar

 

. Pecado contra Deus: jurar falsamente

 

  1. 4 - lembra as orientações levíticas sobre caso com possibilidade de lepra.

 

- O rolo é tão grande que todos o podem ver e ele vai a toda parte. Ele persegue os que não se relacionam adequadamente com Deus e com o próximo.

 

- Agora depois do cativeiro, não só as promessas e bênçãos continuam valendo, mas também a lei e suas maldições (1:6; Deut. 28).

 

- Depois de citar visão E. G. W., escreveu:

 

 “Contra todo malfeitor, a Lei de Deus profere condenação. Pode ele deixar de atender àquela voz, pode procurar silenciar o seu aviso, mas em vão. Ela o acompanha. Faz-se ouvir. Destrói-lhe a paz. Desatendida, persegue até a sepultura. Dá testemunho contra ele no juízo; qual fogo inextingüível consumirá finalmente corpo e alma” - Ed., 144.

 

- A aliança, feita no passado, ainda está valendo, em suas bênçãos e maldições. Se o povo fosse infiel, a maldição entraria em sua casa e os destruiria.

 

Sétima visão

 

  1. 6 - “efa” - vaso ou barril usado para medir cereais, equivalente à 20 litros.

 

- “Toda a terra” - não o mundo todo, mas Judá.

 

  1. 7, 8 - Mulher = impiedade - antônimo de justiça n Bíblia: Prov. 11:5; Eze. 18:20; 33:12.

 

- A visão apocalíptica tem caráter sobrenatural; o profeta vê coisas que não existem.

 

  1. 9 - “Duas mulheres” aladas - não há sentido.

 

- Palavra hebraica para vento, espírito, mesmo humano e divino é Ruah.

 

- Pode estar mostrando que é o Espírito de Deus que tira a impiedade

 

  1. 11 - “Terra de Sinear” - Babilônia.

 

- O objetivo desta visão é mostrar que a impiedade será tirada para bem longe do povo de Deus. Ela ficará em Babilônia com os inimigos do povo de Deus; ali é seu lugar, pois ela é bem aceita e apreciada.

 

 

 

Capítulo 6

 

Oitava visão

 

  1. 1 - “dois momentos de bronze”

 

- Na mitologia babilônica, dois montes marcavam a entrada da residência dos deuses

 

- Deus pode ter querido usar algo que o povo conhecesse, pois conheciam Babilônia. Então os “quatro carros” saíam da presença de Deus.

 

  1. 5 - “quatro ventos do céu” - combina com a mitologia babilônica - Salmo. 104:4.

 

 

 

  1. 6 - “... terra do norte...”

 

- Deus estava enviando seus mensageiros para aturem em prol de Seu povo na Babilônia, onde estavam os medo-persas.

 

- Os cavalos brancos foram após os pregos para a terra do norte.

 

- O carro dos baios para a terra do Sul - Egito.

 

 

 

  1. 8 - “...repousar o  meu Espírito na terra do norte.”

 

- Idéia que o Espírito de Deus teve sucesso em Sua missão na terra de Babilônia - Esd. 4:4-6, 17, 21-24; 5:1-6; 6:1-15.

 

- O que os anjos foram fazer na terra do norte? E do Sul?

 

- Foram trabalhar na mente e coração dos líderes dos impérios mundiais, medo-persa e Egito, para liberarem o povo de Judá a voltarem e ressurgirem como nação.

 

 

 

605

 

1a invasão

 

 

 

597

 

2a invasão

 

 

 

586

 

3a invasão

 

 

 

536

 

Fim dos 70 anos de cativeiro

 

 

 

520

 

Ageu e Zacarias

 

 

 

515

 

Inauguração do Templo

 

 

 

482

 

Ester, ano em que ocorre o que Ester relata com os que não voltaram

 

 

 

457

 

Esdras deixa o governo de Artaxerxes e vai à Judá. Decreto para reconstruir Jerusalém

 

 

 

444

 

Neemias

 

 

 

432

 

12 anos (Neemias) como governador

 

 

 

425

 

Malaquias

 

 

 

 

 

16 - Malaquias - c. 425

 

Nome: Meu servo. Quase 100 anos após Zacarias.

 

Três pecados principais:

 

. Sacerdócio corrupto

 

. Casamento com estrangeiras e o divórcio de suas esposas israelitas

 

. Negligência dos dízimos e ofertas.

 

No livro Deus acusa o Seu povo 8 vezes e em cada uma delas, eles retrucam, contradizem e pedem provas. Este espírito desenvolveu-se mais nas seitas dos fariseus e saduceus.

 

 

 

Capítulo 1

 

  1. 1 - “Sentença” - oráculo - peso

 

  1. 2, 3 - “Não houve uma preferência arbitrária da parte de Deus pela qual ficassem excluídas de Esaú as bênçãos da salvação” - P.P., 206.

 

- Tem a ver com a missão, não com a salvação.

 

  1. 2 - Deus declara que os amou e eles perguntam: “em que nos tens amado”. - logo já estão a retrucar.

 

  1. 2-5 - O profeta apresenta um contraste entre os descendentes de Jacó e os de Esaú. Os dois foram punidos por Deus, mas o castigo sobre Israel foi corretivo ao passo que sobre os edomitas foi para serem destruídos.

 

  1. 6 - Daí em diante a atenção do profeta é voltada para os sacerdotes. Deus é Pai.

 

- u.p., retrucam novamente.

 

  1. 7 - “Pão imundo” - sacrifícios (ofertas) - Lev. 21:6, 8, 17

 

  1. 10 - u.p. - combina com Isa. 1

 

  1. 11 - “e grande entre as nações” é o Senhor

 

  1. 14 - “o meu nome é terrível entre as nações”.

 

 

 

 

 

Capítulo 2

 

  1. 1 - “mandamento” - ameaça

 

  1. 3 - “descendência” - semente

 

(1) - Humana

 

(2) - do campo, pois viviam das ofertas, que dependiam da prosperidade do povo.

 

- “Atirarei excremento” nos sacerdotes.

 

- Parte da oferta era o bucho (estômago) - Deut. 18:3, onde ficava as fezes do boi e isto eles ganhariam - o excremento de dentro do bucho.

 

  1. 4, 5 - Aliança de Deus com Levi

 

- Êxo. 32:25-29 - a fidelidade de Levi (tribo) no episódio do bezerro.

 

- Núm. 3:11-13 - escolha dos Levitas em vez dos primogênitos para trabalhos espirituais

 

- Núm. 25:10-13 - (V. 12) - “dou-lhe a minha aliança de paz”. A Finéias, cheio do zelo do Senhor e à sua descendência.

 

 

 

Qualidades dos Sacerdotes

 

  1. 5 - u.p. - (1) - Deve ser temente a Deus

 

 - Conhecer

 

 - Admirar

 

 - Reverenciar

 

 - Confiar

 

 - Submeter

 

  1. 6 - p.p. - (2) - Ser veraz, verdadeiro; sem engano

 

   - meio (3) - Andar com Deus

 

  1. 6 - u.p. - (4) - Apartar do pecado a muitos

 

  1. 7 - Sua função (do sacerdotes)

 

  1. 8 - O contraste entre o que deviam ser e o que eram:

 

 

símbolo 129 \f "Wingdings" \s 12

 Desviavam a muitos, fazendo-os tropeçar

 

 

símbolo 130 \f "Wingdings" \s 12

 Viola

o da aliança levítica

 

  1. 9 - Mais um pecado (u.p.) - faziam acepção de pessoas.

 

- A conduta dos sacerdotes levava o povo a desprezar a Deus e Sua obra e Seus ministros.

 

  1. 10 - Começa a seção de casamentos “desleais” - conjugal.

 

- De acordo com a Lei de Deus, não deveriam se unir em casamento com outras nações - Lev. 20:26; Deut. 7:1-4; Nee. 13:23-27

 

  1. 14 - Retrucam de novo

 

  1. 15 - Ed. Contemporânea (vide Bíblia)

 

- O texto pode estar se referindo à criação de apenas esposa para Adão, porque Deus quer uma descendência piedosa.

 

- Ed Atualizada

 

- Os que se divorciavam talvez estivessem usando Abraão como desculpa; mas o caso dele foi diferente,  não por motivos egoístas.

 

  1. 16 - O que faziam era um pecado muito violento contra suas esposas.

 

- Deixavam os israelitas e tomavam s pagãos

 

  1. 17 - Novamente retrucam

 

- Estavam tão longe de Deus que nem discerniam o que agradava a Deus e O que o aborrecia.

 

 

 

Capítulo 3

 

  1. 1 - resposta à pergunta do verso anterior.

 

- Profecia sobre João Batista; sua missão: preparar o caminho do Senhor

 

- Em seguida, aparece outro personagem, “o Senhor” - profecia sobre Jesus.

 

3:1b-4 - juízo investigativo

 

- Trás a mesma idéia que Dan. 7:13; 8:14 - G.C., 423-425

 

3:1b-3b - Referente também à primeira purificação do Templo feita por Jesus, no início de Seu ministério - D.T.N, 113.

 

  1. 2 - Aqui está o famoso “fogo do Malaca”

 

- Nada a ver com inferno, e sim, com purificação. Figura: ourives.

 

- Potassa = sabão para limpar não, para consumir a roupa.

 

- Idéia de juízo investigativo, não executivo.

 

 

 

  1. 3 - Obra do Messias

 

- Aplicação primária: não teve cumprimento, devido à atitude do povo (judeus).

 

- E.G. White, aplica a obra de Jesus hoje no santuário celestial.

 

  1. 4 - Idem

 

  1. 5 - Deus irá contra esta classe de pessoas

 

- E.G.W., usa para o destino dos ímpios - 2o Advento - Juízo investigativo - G.C., 424, 425

 

3o pecado daqueles dias: Infidelidade nos Dízimos e Ofertas

 

  1. 6 - Imutabilidade de Deus

 

- Graças a isto, não consome os infiéis

 

  1. 7 - Retrucam de novo

 

- Em correspondência ao apelo de Deus para voltarem

 

- Este apelo está em toda a Bíblia

 

  1. 8 - Deus é específico

 

- Eles retrucam de novo - Deus é claro

 

  1. 10 - O dízimo dever ser devolvido, estando o ministério corrompido ou não. Reter é roubo.

 

- Deve ser entregue no Templo

 

- Ofertas sempre devem ser proporcionais, porém eu determino o percentual, conforme as bênçãos - Deut. 12:11; II Cor. 11:8; Filip. 4:15-18; I Tes. 2:7 Livro: O ouro de Deus em minhas mãos.

 

  1. 11 - Devorador (gafanhoto)

 

- As bênçãos são conseqüências da fidelidade

 

  1. 12 - plano centrípeto

 

  1. 13 - Começa outra seção - Retrucam

 

  1. 15 - Comparavam-se com outros, que eram ímpios; achavam que bem sucedidos eram os infiéis.

 

- “diziam” que serviam a Deus, mas isto não era verdade

 

  1. 16 - E.G.White, (primeira linha):

 

“Sua conversação consiste em palavras de animação, esperança e fé” - T.S., 3, 41.

 

- Este grupo era agradável a Deus e Ele relatava até suas atitudes boas num Livro de Memórias.

 

- Neste livro memorial estão registradas as boas atitudes dos tementes a Deus - Nee. 13:14; Sal. 56:8; Atos 10:4; G.C., 481.

 

  1. 17 - Fala do grupo de pessoas tementes a Deus do V. 16. Nos dias de dificuldade, Ele os livraria.

 

- A Sra. White usa se referindo ao povo de Deus após fechar a porta da graça, no tempo de angústia e aflição - G.C., 632

 

  1. 18 - Havia dois grupos de pessoas:

 

- um falava mal de Deus (parecem mais bem sucedidos)

 

- outro fala bem dEle (parecem que sofrem mais)

 

- Aqui Deus diz que tem um dia no Seu cronograma em que se verá a grande diferença entre estes dois.

 

- E. White usa-o para a experiência após a ressurreição parcial e pouco antes da nuvem que trás Jesus, quando a Lei é vista o Céu - G.C., 637.

 

 

 

Capítulo 4

 

  1. 1 - Referente ao dia do juízo final.

 

- Não tinha aplicação para a época

 

- G.C., 669, 670 - usa-o para a destruição dos ímpios no final do milênio.

 

- “restolho”- palhinha, graveto que queima logo.

 

- Menciona os soberbos (V. 15)

 

- Fogo de Malaquias

 

- “Nem raiz, nem ramo”: Satanás é a raíz e seus seguidores os ramos - P.P., 353; G.C., 669, 670; II Tes. 1:8; II Pe. 3:10; Apoc. 2-:9,10.

 

 

 

  1. 2 - Segunda linha:

 

- Deus é comparado ao sol no Salmo 84:1

 

- Cristo é a luz - Isa. 49:6

 

- Ele é a nossa Justiça - Jer. 23:5, 6; I Cor. 1:30.

 

- Refere-se à vinda de Cristo em glória para libertar Seus filhos.

 

- P. J., “quem tem a cura (salvação) em Seus raios (asas) ...” -

 

  1. 3 - Continua a mensagem aos tementes a Deus

 

  1. 4 - No V. 14 do capítulo anterior, eles declaravam que era inútil observar os preceitos de Moisés.

 

- Aqui Deus disse que devem lembrar e sabê-la.

 

- Horebe é o Sinai - Êxo. 3:1, 2; Atos 7:30

 

- Ali Deus revelou-se a Moisés na sarça;

 

- ali Deus deu a Lei;

 

- ali Deus fez sair H2O (água) da rocha - Êxo; 17:6;

 

- ali revelou-se Deus a Elias - I Re. 19:8-18

 

  1. 5 - Jesus disse claramente que “Elias” aqui é João Batista.

 

  1. 6 - Idéia de harmonia na família ou reconciliação entre os filhos obedientes e incrédulos.

 

- Malaquias menciona os antepassados fiéis:

 

- Jacó

 

- Levi (Finéias)

 

- Moisés

 

- Elias

 

  1. 6 - A irmão White usa-o para João Batista e para aqueles que nos últimos dias preparam o caminho para a 2a vinda de Cristo - C.S., 72, 73.

 

- A última palavra é “maldição”; contrasta com Apocalipse, que termina com bênção.

 

 

 

Conclusão

 

II Pe. 1:19-21

 

Isa. 55:10, 11 - (contexto: palavra (povo no cativeiro) profética)

 

II Cro. 20:20

 

PESQUISA SOBRE O PROFETA

 

JEREMIAS

 

Período de Seu ministério

 

Jeremias marca o início de seu ministério profético, conforme mencionado no verso 2 do primeiro capítulo de seu livro bíblico, no décimo terceiro ano do reinado do bom rei Josias, de Judá, com quem o profeta mantinha relações cordiais.

 

Sabe-se que Josias iniciou seu reinado em 640 a.C., estendendo-se até o ano 609 a.C. Podemos, portanto, datar com segurança o início das atividades do profeta Jeremias n ano 627 a.C., ocasião em que veio a ele a palavra do Senhor, comissionando-o para uma missão especial de duplo aspecto: positivo: “edificar e plantar” e negativo: “arrancar e derrubar” (1:10).

 

Nesse tempo, já fazia cerca de sessenta anos da morte de Isaías.

 

Estudiosos entendem que Jeremias estava com cerca de vinte anos de idade quando de seu chamado. A sua argumentação com o Senhor no capítulo 1, verso 6, onde utiliza a palavra hebraica “Naar” que foi traduzida por “criança”, admite tal suposição, uma vez que indica juventude, neste contexto.

 

Seu ofício profético ampliou-se por mais de quarenta aos, apesar de ser chamado por alguns de o “profeta relutante”, devido à sua atitude na ocasião de seu chamado (1:6)

 

 

 

Dados biográficos

 

Nada menos que nove personagens figuram com esse nome nas páginas do Antigo Testamento.

 

O profeta Jeremias nasceu em cerca de 647 a.C. Era filho de Hilquias e pertencia a uma família sacerdotal que vivia e trabalhava em Anatote, cidade de Benjamim, cerca de 4 Km. a noroeste de Jerusalém.

 

Muitos estudiosos tem pensado que seu pai foi o sumo sacerdote do mesmo nome (II Re. 22:8), que encontrara o rolo do livro da Lei, no décimo oitavo ano do reinado de Josias.

 

Porém, outros eruditos pensam que isso é improvável, pois Jeremias, em seus escritos, nada menciona quanto a isso.

 

Naturalmente, seu pai era sacerdote, mas não necessariamente, aquele sumo sacerdote. O nome Hilquias era bastante comum na época. Além disso, os sacerdotes que residiam em Anatote eram da casa de Abiatar (I Re. 2:26, 35), enquanto que o sumo sacerdote era da linhagem de Eleazar, a começar por Sadoque. Salomão havia banido Abiatar para Anatote e dessa linhagem nunca mis surgiu um sumo sacerdote.

 

O próprio Jeremias nunca serviu como sacerdote. Ele cresceu em Anatote e ficou familiarizado com a vida rural daquele lugar. Sem dúvida, ele aprendeu sobre os escritos dos profetas anteriores, e tinha excelente educação religiosa.

 

Era de natureza tímida, sensível e compassiva. Seu nome foi construído em torno do nome hebraico de Deus, Yahweh. A maioria dos estudiosos concorda que seu nome significa: “Jeová levanta” ou “Jeová estabelece”.

 

Supondo que por ocasião de seu chamado por Deus par o ofício profético estivesse com cerca de vinte anos, sua meninice ter-se-ia passado nos reinados de Josias (640-609) e também de Manassés e Amom.

 

Por ocasião de seu chamado, como era usual, ele sentiu sua incapacidade ara tão elevada tarefa. Foi chamado, inclusive, de “o profeta relutante” (1:6), além de “o profeta chorão”(9:1; 13:17) e “o profeta solitário” (por ter recebido a ordem de não se casar - 16:2). Deus lhe apresentou a incumbência de proclamar uma severa mensagem de julgamento, uma mensagem dura que conflitava frontalmente com sua natureza tímida e sensível. Porém, a vontade de Deus acabou prevalecendo, e o jovem servo de Jeová confiou na promessa de Deus e que Ele o habilitaria a falar.

 

Deus lhe apresentou o duplo aspecto de seu ministério: o negativo e o positivo.

 

Uma vez aceito o chamado, encheu-se de um muito forte senso de missão, que foi se desenvolvendo no decorrer de se longo tempo de atividades como porta-voz de Deus a um povo endurecido no pecado. Jeremias serviu com grande zelo até o fim, apesar de mais de uma vez ter querido abandonar sua condição de profeta, devido a oposição cruel que sofrera.

 

As perseguições de que foi vítima tornaram-no um homem que experimentou muitas aflições (Lam. 3:1). Por reiteradas vezes, ele precisou arrastar o ódio e palavras ofensivas e atos vis de homens ímpios que se tinham levantado como autoridade e líderes.

 

Mas Jeremias permaneceu fiel à sua chamada profética. Suas “lamentações” demonstram a profundeza de seu amor por seu próprio povo; e seus apelos à retidão exibem sua piedade que jamais se comprometeu.

 

Assim, a perseverança e a fidelidade eram suas principais qualidades de caráter, e por mais de quarenta anos, Jeremias proclamou fielmente o julgamento divino contra o reino apóstata de Judá, suportando durante todo esse tempo, oposição, espancamentos e aprisionamento (11:18-23; 12:6; 18:18; 20:1-3; 26:1-24; 37:11-38:28).

 

Por ocasião da destruição de Jerusalém (587 a.C.), jeremias foi bondosamente tratado pelos babilônios. Nabucodonosor  deu a seu comandante, Nabuzaradã, a ordem de libertar a Jeremias e seguir qualquer conselho que fosse dado pelo profeta. É estranhíssimo que o monarca pagão respeitasse ao profeta mais do que o próprio povo deste! (39:11, 12). A Jeremias foi dado escolher ficar com o seu povo, no exílio, ou permanecer em Jerusalém, com o remanescente minúsculo que ali seria deixado. Jeremias preferiu ficar em Jerusalém, tendo-se transferido para Mispa, o moderno Tell en-Nasbeh, cerca de 13 quilômetros ao norte de Jerusalém.

 

Assim Jeremias ficou com o povo que permaneceu em Judá, cujo novo governador nomeado pelos babilônios era Gedalias. No entanto, não demorou para que Gedalias fosse assassinado, e Joanã tornou-se o próximo líder do povo judeu.

 

Jeremias aconselhou o povo a seguir a liderança de Joanã e permanecer na Palestina (42:7ss). Mas os judeus, em seu espírito revoltado, recusaram-se a isso, novamente acusando o profeta de estar se bandeando para o inimigo. E foram para o Egito, forçando Jeremias a acompanhá-los (43:6, 7)

 

Estando no Egito, Jeremias continuou o seu ministério espiritual e profético, procurando desviar os judeus de suas iniqüidades e erros obstinados-cap.44.

 

O livro de Jeremias não narra o que, finalmente lhe sucedeu. Presume-se que ele tinha morrido no Egito, em cerca de 570 a.C.

 

Há uma tradição, aludida por diversas fontes, que diz que Jeremias foi apedrejado até à morte, pelos seus próprios correligionários, em Tafnes, no Egito.

 

Uma tradição alexandrina diz que os ossos de Jeremias foram levados àquele lugar por ordem de Alexandre, o Grande.

 

Uma outra tradição afirma que quando Nabucodonosor conquistou o Egito, Jeremias e Baruque escaparam para a Babilônia. Ali, ele teria vivido durante algum tempo, até morrer em paz. Não há como julgar qual dessas tradições é a correta.

 

 

 

Local de seu ministério

 

Como membro do sacerdócio Levítico, Jeremias havia sido educado desde a infância para a santa função. Nesses felizes anos de preparação pouco imaginara ele que havia sido consagrado desde o nascimento para ser um profeta às nações (1:5, 10). Jeremias seria mensageiro não só para Judá, mas também para as nações gentílicas vizinhas.

 

O primeiro local onde Deus enviou o jovem profeta de Anotote foi Jerusalém (2:2), porém não limitou seu ministério à esta cidade. No capítulo 11, ver 6, Ele lhe ordena ir às cidades de Judá e às ruas de Jerusalém.

 

Mais tarde, quando Jeremias regressou à sua cidade natal, seus concidadãos intentaram matá-lo. Para escapar, parece que mudou-se para Jerusalém. Mesmo ali sua vida corrida perigo, se indignavam contra suas predições de destruição do Templo. Nesta situação, os príncipes o defenderam (26:16)/

 

E, por fim, quando da destruição de Jerusalém, escolheu ficar entre os cativos de Judá, acabou sendo forçado a ir para o Egito. Ali, em Tafnes, jeremias pregou que o Egito seria invadido por Nabucodonosor e deu sua última mensagem de advertência aos judeus que haviam ido à este lugar (cap. 44).

 

 

 

Profetas Contemporâneos

 

Naum (c. 640?)

 

Ezequiel (593/2-c. 570)

 

 

 

Habacuque (c. 630?)

 

Joel (c. 620?)

 

 

 

Sofonias (c. 630?)

 

Obadias (possivelmente c. 586?)

 

 

 

Hulda

 

 

 

 

 

Urias

 

 

 

 

 

Daniel (603/2-536/5

 

 

 

 

 

 

 

situação política, econômica, social e religiosa nacional

 

Jeremias viveu em um período histórico crucial para Judá quanto para o Oriente próximo e médio em geral.

 

Seu ministério abarcou os últimos quarenta anos da existência de Judá como reino. Esse minúsculo reino de Judá havido sido vassalo da Assíria, antes. Porém teve de mudar a sua lealdade primeiramente para o Egito e então para a Babilônia.

 

Durante este período de quarenta anos, cinco reis figuraram no trono de Judá e a cada um deles Jeremias deu mensagens de reforma e reavivamento espiritual. O rei Josias levou a efeito reformas religiosas por volta de 628 a.C. Parece que Jeremias o ajudou em sua política reformadora (II Re. 23:1). Alguns eruditos, porém, duvidam disso, porque essas reformas foram de natureza cúltica. É possível pensar, entretanto, que tais reformas fossem mais profundas do que isso.

 

A descoberta do rolo da lei, por Hilquias, ajudou no movimento reformista. Jeremias já era profeta fazia cinco anos, quando isso sucedeu, em c. 621 a.C.

 

É possível que os capítulos primeiro a sexto do livro de Jeremias descrevam as condições antes daquelas mudanças começarem a ter lugar. O trecho de Jer. 11:1-8, talvez, referia-se a seu entusiasmo em favor dessas reformas.

 

O professor C. Lattey sugeriu que os capítulos 1 a 20, excetuando os 12:7 a 13:27, foram escritos durante o reinado de Josias.

 

O rei Josias foi morto em Megido, combatendo Neco, faraó do Egito, que lutava para auxiliar a Assíria (II Re. 23:29, 30), em 609 a.C. Jeremias lamentou muito a morte desse rei (22:10).

 

Após a morte de Josias a oposição ao profeta ganhou ímpeto. Ele escapou por pouco à prisão, foi proibido de ir ao Templo, e teve de comissionar Baruque, seu secretário, para anunciar suas profecias.

 

O sucessor de Josias ao trono de Judá foi seu filho, Jeoacaz. Esse monarca de Judá governou por somente três meses, e nada se sabe acerca do relacionamento dele com Jeremias, que nada escreveu em seu tempo.

 

Faraó Neco depôs Jeoacaz e o levou em cadeias ao Egito (II Re. 23:32, 33; conforme Jer. 22:10), além de impor a Judá um pesado tributo. Jeremias também lamentou o destronamento de Jeoacaz e seu exílio, no Egito (22:10-12).

 

Jeoaquim, irmão de Jeoacaz, foi nomeado rei em seu lugar, por autoridade de Neco. Ele reinou de 609 a 598 a.C. (22:13-17), sendo apenas um vassalo do poder egípcio.

 

Ora, Jeremias era o principal representante do grupo que favorecia a supremacia dos caldeus. Isso o expôs a um grande perigo, e ele foi aprisionado. Chegou a ser proposta a pena de morte (26:11 ss.). Alguns dos príncipes de Judá tentaram protegê-lo, apelando para o precedente estabelecido por Miquéias, o morastita que havia profetizado tempos antes de Jeremias.

 

Em c. 604 a.C., o rei Jeoaquim destruiu as profecias escritas de Jeremias, que, depois, foram reescritas pelo profeta (36:22).

 

Joaquim, filho e sucessor de Jeoaquim, aparece em Jeremias 22:24, 28 Ed 24:1, com o nome de “Jeconias” ou “Conias”, em outras traduções. Ele colheu a péssima messe que fora semeada por Judá e seus governantes anteriores. Tinha apenas dezoito anos de idade quando subiu ao trono, e ficou ali somente por três meses.

 

Por ocasião do cerco de Jerusalém (597 a.C.) e deportação do rei Joaquim, Nabucodonosor nomeia para o trono a Zedequias ou Matanias, tio de Joaquim e filho de Josias.

 

Os registros históricos dos babilônios confirmam essa informação bíblica. Zedequias era o filho mais novo de Josias e foi o último rei de Judá (de 597-586). Ele começou a ouvir mais a Jeremias do que a seus antecessores; porém, já era tarde demais para isso fazer qualquer diferença.

 

Jeremias viveu em dias de declínio e apostasia sem paralelo no reino de Judá. Porém, nunca se esquivou da tarefa, mesmo diante de falsas acusações e de ameaças de morte, uma vez que por causa das destemerosas afirmações que fazia, Jeremias era desprezado, odiado, rejeitado dos homens e até aprisionado sob as piores condições. Pela grande massa do povo o chamado ao arrependimento e reforma não foi atendido.

 

 

 

situação política internacional

 

No cenário mundial figuravam a Assíria, o Egito e a Babilônia, que lutavam pelo domínio.

 

O império assírio, que tivera seu apogeu de 705-626, sob Senaqueribe (705-681), Esar Hadom (681-669) e Assurbanipal (669-626), havia declinado e caído. Sua capital, Nínive, fora capturado e saqueada pelos caldeus, sob Nabopolassar, pelos medo (sob Ciáxares), e pelos citas em agosto de 612 a.C.

 

Sete anos mais tarde, na batalha de Carquêmis, os egípcios e os remanescentes dos assírios foram derrotados pelos caldeus.

 

Assim, a nova potência mundial veio a ser o império neo-babilônico, governado por uma dinastia caldéia, cuja figura principal era o do rei Nabucodonosor II, que governou em c. De 605-562 a.C.

 

 

 

estilo literário do livro

 

No livro de Jeremias as profecias são dadas em estilo de prosa, sem ordem cronológica.

 

O livro revela vigorosamente a rica personalidade de seu autor e fornece, assim, uma autobiografia espiritual deste servo de Deus.

 

O livro contem também uma série de narrações biográficas e históricas, que podem ter sido feitas com a colaboração de Baruque.

 

Ali é explicado a maneira em que forma redigidos as duas versões da profecia. Jeremias ditou a Baruque as palavras da primeira versão da profecia e este os escreveu em um rolo de pergaminho. Então se confiou a Baruque a perigosa tarefa de ler estas palavras ao povo no templo, em um dia de jejum (36:5-8).

 

Um dos funcionários de Joaquim, levou o rolo ao rei, este o tomou com desprezo, o rasgou com um canivete e o colocou no fogo (36:20-23). Isto tornou necessário que fossem escritos novamente as mensagens anteriores. Jeremias ditou de novo as palavras e Baruque as escreveu. Esta segunda versão do texto foi de maior extensão porque continha não só as mensagens da primeira, mas também as recebidas posteriormente (36:32).

 

O capítulo final do livro consta de um sumário histórico - não de uma profecia - que se estende muito além do tempo do ministério de Jeremias, escrito posteriormente por outra pessoa, Esta foi muito cuidadosa em esclarecer que este capítulo não era obra do profeta.

 

 

 

Tema Central do Livro

 

Jeremias foi o profeta da religião sincera. Suas mensagens chamavam a abandonar o externo e superficial para volver-se ao interno e real. Ensinava que a corrupção tem sua origem em um coração ímpio e que sem um novo coração, novas intenções e um novo espírito, o homem é incapaz de fazer o bem, tal mudança destacou, só poderia ser efetuada por um ato criador de Deus (24:7; 31:31-34).

 

Advertiu contra as alianças perigosas com outras nações, admoestou Judá a que se submetesse ao jugo babilônico e assinala que a rebelião levaria a nação ao colapso.

 

Advertências contra o pecado e promessas de juízo são proeminentes em todo o livro, mas igualmente o é a mensagem de esperança e restauração. O profeta previu um futuro glorioso para aqueles que fossem fiéis ao Senhor. Ambas as casas de Israel retornariam; se reuniriam de novo como um só povo. Outra vez seriam o povo de Deus e Ele seria Seu Deus.

 

Se Israel obedecesse as mensagens de reforma a nação seria reconstituída sob um novo pacto. Um “Renovo de Justiça” da raíz de Daria seria seu rei (33:14-17).

 

`

 

Esboço Resumido

 

  1. Chamado de Jeremias, Avisos e Mensagens aos Judeus

 

  1. Oráculos de Condenação

 

  1. Contra o pecado e a ingratidão (2:1-3:5)

 

  1. A destruição virá do norte (3:6 - 6:30)

 

  1. Os judeus seriam exilados (7:1-10:25)

 

  1. O pacto rompido: sinal do cinto (11:1-13:27)

 

  1. A seca (14:1-15:21): sinal do profeta solteiro (16:1-17:18); avisos acerca do sábado (17:19-27).

 

  1. O sinal da Casa do oleiro (18:1-20:18)

 

  1. Oposição aos Anciãos e Líderes

 

  1. Abusos contra Jeremias (19:1-20:18)

 

  1. Seu conselho a Zedequias (21:1-14)

 

  1. Contra os reis e falsos profetas (22:1-24:10)

 

  1. Contra as nações (25:1-38)

 

  1. Jeremias escapa da execução (26:1-24)

 

  1. Oposição a Jeremias (27:1-29:32)

 

 

 

  1. Várias profecias, da subida ao trono ao cativeiro de Zedequias (30:1- 39:18

 

  1. Vislumbres de restauração (30:1-33:26)

 

  1. Uma nova aliança (30:1-31:40)

 

  1. Sinal sobre a restauração (32:1-44)

 

  1. O pacto davídico (33:1-26)

 

  1. Desintegração do reino de Judá (34:1-39:18)

 

  1. O exemplo dos recabitas (34:1-22)

 

  1. Queda de Jerusalém (37:18)

 

 

 

III.Profecias em Judá, após o cativeiro (40:1-42:22)

 

  1. Mensagem ao remanescente, na Palestina (40:1-41:18)

 

  1. Aviso para não descerem ao Egito (42)

 

 

 

IV.Jeremias no Egito (43:1-45:5)

 

 

 

 

 

 

 

  1. Profecias contra nações e cidades (46:1:51-64).

 

  1. Egito (46:1-28)

 

  1. Filístia (47:1-7)

 

  1. Moabe (48:1-47)

 

  1. Amom (49:1-6)

 

  1. Edom (49.1-6)

 

  1. Damasco, Quedar e Hazor (49.23-33)

 

  1. Elão (49.34-39)

 

  1. Babilônia (50:1-51:64)

 

 

 

 

 

  1. Apêndice

 

  1. Queda e cativeiro de Judá (52:1-30)

 

  1. Libertação de Joaquim (52:31-24).

 

 

 

 

 

Profecias sobre os Últimos Dias

 

Os escritos de Jeremias são referidos quatorze vezes no Apocalipse; dessas quatorze referências, dez tem a ver com Babilônia.

 

O escritor de Patmos parece aplicar o que ocorreu com a Babilônia histórica, segundo profetizou Jeremias, ao que ocorrerá com a Babilônia espiritual.

 

O decreto de Deus de vingar-se de Babilônia em Jeremias 50:29, é repetido em relação à Babilônia do Apocalipse.

 

 

 

Há ainda outras paralelos proféticos entre as duas “Babilônias”.

 

 

 

JEREMIAS

 

APOCALIPSE

 

 

 

50:39

 

18:2

 

 

 

51:7

 

17:2-4; 18:3

 

 

 

51:9

 

18:5

 

 

 

51:13

 

17:1

 

 

 

51:48

 

18:20

 

 

 

51:49

 

18:24

 

 

 

50:1-51:63, 64

 

18:21

 

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA UTILIZADA

 

Bíblia, Edição Revista e Atualizada

 

Bíblia Anotada

 

Comentário Bíblico Adventista do 7o Dia

 

Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia

 

O Cuidado de Deus (M.M.)

 

O Desejado de Todas as Nações

 

O Grande Conflito

 

Profetas e Reis

 

O Novo Dicionário da Bíblia

 

 

 

CRONOLOGIA DOS PROFETAS ESCRITORES DO ANTIGO TESTAMENTO

 

 

 

DIVISÃO DO IMPÉRIO DE SALOMÃO

 

931

 

 

 

 

 

PERÍODO PRÉ-EXÍLICO-

 

 

 

Israel

 

Jonas

 

Amós

 

Oséias

 

  1. 790

 

  1. 767 - c. 753

 

  1. 755 - c. 725

 

 

 

PERÍODO PRÉ-EXÍLICO-

 

 

 

Judá

 

Isaías

 

Miquéias

 

Naum

 

Habacuque

 

Sofonias

 

Jeremias

 

Joel

 

  1. 745 - c. 685

 

  1. 740 - c. 700

 

  1. 640 - ?

 

  1. 630 - ?

 

  1. 630 - ?

 

  1. 627 - c. 580

 

  1. 620 - ?

 

 

 

INÍCIO DO CATIVEIRO DE JUDÁ

 

605

 

 

 

 

 

PERÍODO DO EXÍLIO

 

 

 

Judá

 

Daniel

 

Ezequiel

 

Obadias

 

603/2 - 536/5

 

593/2 - c. 570

 

  1. 586 - ?

 

 

 

RETORNO DOS JUDEUS À PALESTINA

 

536

 

 

 

 

 

PERÍODOS PÓS-EXÍLICO

 

 

 

Judá

 

Ageu

 

Zacarias

 

Malaquias

 

520

 

520 - c. 518

 

  1. 425 - ?

 

 

 

 

 

Obs.: Estes dados foram extraídos do S.D.A.B.C., especialmente Vol. 4, pág. 18. Alguns profetas são datados de modo diferente por outros estudiosos.

 

 

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